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Título: ARTIGO - Vamos comear a batalha, ajudando a Santa Casa
 
A semana que passou registrou uma srie de atividades desenvolvidas por funcionrios, mdicos e dirigentes da Santa Casa de Marlia, em funo da comemorao dos 80 anos de fundao da maior e mais antiga instituio atuante no municpio. Foi palestra com o Ministro Tffoli, Missa com o Bispo do Dom Osvaldo Giuntini, Inaugurao da portaria e por fim a sesso solene na Cmara Municipal de Marlia. Homenagens mais do que justas e ocasies das mais importantes, para saudar uma instituio que tem a idade da cidade e presena fundamental para o atendimento pblico na rea da sade.

O que chamou a minha ateno ouvindo tantas pessoas falarem sobre o hospital a histria de seu surgimento, atravs do maior benfeitor de Marlia, Bento de Abreu Sampaio Vidal, que doou reas para a construo da Santa Casa, do Asilo So Vicente de Paulo, do Educandrio Bento de Abreu e da Igreja Maria Izabel, um ao lado do outro. Se observarmos a construo de todos esses edifcios, verificaremos que eles foram erguidos com o desejo de serem um complexo s, mas que o crescimento do Bairro Cascata fez com que se separassem. Tanto que as finalidades destas instituies so todas filantrpicas e voltadas para o centro do quarteiro.

A histria da construo do Pavilho Infantil, com a maternidade, quando Cristiano Altenfelder presenteou a esposa com o prdio e os servios, outro marco que precisa sempre ser lembrado. Dom Osvaldo Giuntini, na missa celebrada na Igreja Maria Izabel, foi muito feliz ao comentar detalhes interessantssimos da importncia da igreja neste processo de cuidado especial aos necessitados com o advento das Santas Casas de Misericrdia em todo o Brasil, inclusive, em Marlia. A religiosidade catlica est diretamente ligada a todas as Santas Casas de Misericrdia no Mundo, com sua origem em Portugal e nada mais justo a extenso para o Brasil, desde poca em que ramos colnia portuguesa. Outra parte da histria muito bonita.

O atual provedor da Santa Casa de Marlia, o empresrio Milton Tdde, foi muito feliz em seu pronunciamento na Cmara Municipal de Marlia em recordar a importncia dos mdicos neste processo de crescimento do hospital. No tenho dvidas de que os mdicos so os principais parceiros do hospital e so fundamentais para os investimentos e servios prestados, mesmo com a profissionalizao da administrao, afinal, cada profissional deve atuar em sua rea de ao, e gestores devem administrar e mdicos devem medicar, operar e cuidar da sade do outro.

Ao falar da funo do provedor e das pessoas que fazem parte da Irmandade da Santa Casa de Misericrdia de Marlia, Milton Tdde demonstra com riqueza de detalhes, o verdadeiro ato de voluntariado. Mostra, atravs da histria, como era o comportamento do chamado provedor, aquele que tinha o ato de prover, originando o cargo. Milton Tdde lembrou-se de situaes pitorescas de ex-provedores e a preocupao de outros voluntrios na poca, em zelar pelo hospital. Admito que no vejo diferena alguma da preocupao daqueles tempos com os atuais. O tempo passou, mas a preocupao em manter o atendimento da Santa Casa, com qualidade, continuou.

Naturalmente com o envolvimento do Estado na gesto dos hospitais filantrpicos tenha dado a idia para a populao de que virou obrigao o atendimento gratuito na sade. Com a criao do Sistema nico de Sade a impresso que se tem, que todos devem ser atendidos gratuitamente, e no parece que seja assim. Existe limite para os provedores e para os atendimentos. Passei a entender o dficit dos hospitais, a partir deste ponto, pois com a limitao dos pagamentos por parte do Estado, como no atender? Ou como continuar atendendo? Quem paga?

Mesmo com essa complicao administrativa importante para uma cidade celebrar os 80 anos de um hospital, sendo um referencial vivo da histria de um municpio. O envolvimento da comunidade necessariamente deve ser cada vez mais intenso, pois, como bem disse o provedor em sua fala nesta semana comemorativa que passou: um dia todos ns usaremos os servios, os equipamentos e as acomodaes da Santa Casa. Uma verdade que nos faz refletir, pois uma vez acamado nada ser possvel ser feito para melhorar o atendimento que lhe ser dispensado. Assim sendo, se quisermos ter um atendimento melhor quando formos clientes ou pacientes na Santa Casa, que comecemos a trabalhar agora. Ajudar a fazer do hospital um local adequado para a luta sobre a sobrevivncia.

Achei interessante a colocao feita ao Ministro Tffoli, que: quando uma pessoa entra num hospital, deitado numa maca olhando para o teto e vendo paredes sujas, luminrias quebradas, lmpadas estouradas, ou coisas parecidas, certamente a deduo de que o tratamento no ser dos melhores. Entendi que o paciente quando tem certeza de que o local bom, os profissionais so bons, os equipamentos so os melhores, a nossa luta interna pela sobrevivncia motivada pela esperana de que no hospital ser travada uma batalha de vida ou morte, com chances maiores para a vida. Que faamos este campo de guerra um local favorvel a ns, e no ao adversrio. preciso comear a lutar j, para que a batalha final seja mais fcil. Pense nisto. Quando estiver deitado no hospital, poder ser um nocaute e da s esperar a contagem ou a deciso dos juzes, ou melhor: dos mdicos.
 
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