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CNCER DE BOCA - Dentistas so aliados para diagnsticos |
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Dentistas so aliados para diagnosticar o cncer de boca, diz presidente da Uniodonto |
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O presidente da Uniodonto de Marlia, Marcelo Takagi, considerou oportuno o resultado de uma pesquisa que testou novas tcnicas para diagnstico do cncer de boca, diante dos acontecimentos com o Ex-Presidente da Repblica, Luis Incio Lula da Silva, acometido com caso semelhante. De acordo com o dirigente mariliense, estudos realizados no Centro de ptica e Fotnica do Instituto de Fsica da USP de So Carlos (IFSC) mostram a viabilidade de uso da espectroscopia de fluorescncia na deteco do cncer epidemide, que atinge regies como a lngua e os lbios. Certamente este novo procedimento significar mais confiabilidade e rapidez nos diagnsticos, disse Marcelo Takagi ao afirmar que o dentista o maior aliado para diagnstico neste sentido.
Atualmente o diagnstico deste tipo de cncer feito por meio da retirada de uma amostra do tecido lesado que analisada por um patologista. Este profissional quem vai diagnosticar se a leso maligna ou benigna, disse o presidente da Uniodonto de Marlia e regio. sabido que os resultados dos patologistas tm altas porcentagens de acerto, mas os experimentos mostram que a espectroscopia de fluorescncia mais segura, explicou Marcelo Takagi, que acredita na diminuio do grau de subjetividade da anlise, podendo fornecer resultados em tempo real com a nova tcnica.
No estudo realizado a pesquisa utilizou uma sonda composta por um conjunto de fibras ticas que conduzem a luz laser e coletam a fluorescncia do tecido. A sonda de investigao com cerca de 2 milmetros de dimetro composta por uma fibra central, que leva o laser, e outras seis ao redor que coletam a fluorescncia emitida pelo tecido. Ao toque da sonda no tecido j se tem a resposta e as informaes que podem trazer indcios se o tecido neoplsico ou normal. A energia utilizada provoca a excitao das biomolculas do tecido lesado. Aps a excitao, ao retornarem ao estado mais estvel (fundamental), as biomolculas liberam energia, tambm na forma de luz, permitindo que seja feita a caracterizao da leso, descreve a autora da pesquisa, Cristina Kurachi. A fluorescncia coletada ento enviada a um espectrmetro que analisa a intensidade e os comprimentos de onda da luz coletada, explicou.
Essa tcnica j vem sendo aplicada em pacientes com leses no fgado, em colaborao com a Faculdade de Medicina da USP de Ribeiro Preto. A tese de Cristina Kurachi, intitulada Espectroscopia de fluorescncia na deteco de leses quimicamente induzida por agentes carcinognico na borda lateral da lngua, recebeu duas premiaes na rea de diagnstico, em 2003 e 2004, durante reunies da Sociedade Brasileira de Pesquisa Odontolgica. O estudo foi feito em colaborao com a Faculdade de Odontologia da UNESP de So Jos dos Campos e foi orientado pelo professor Vanderlei Salvador Bagnato. |
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