|
|
| |
| |
| |
 |
| |
|
|
|
|
| Título:
|
Dentistas se renem na APCD sobre participao na Uniodonto |
|
|
|
|
 |
 |
 |
 |
 |
Marcelo Takagi vai explicar, com detalhes, o trabalho cooperativo dentro da categoria dos dentistas |
| |
Dentistas de Marlia e regio estaro reunidos no prximo dia 16, na sede da Associao Paulista dos Cirurgies Dentistas (APCD), na Avenida das Esmeraldas, a partir das 20 horas, quando sero debatidos assuntos relacionados ao trabalho da cooperativa, principalmente quanto as novas normatizaes da Agencia Nacional de Sade (ANS), que promoveu uma srie de alteraes nos planos de sade e odontolgicos. Vamos fazer uma explicao ampla sobre o funcionamento do trabalho cooperativo, e principalmente mostrar o que mudou nas regras sobre os planos odontolgicos, disse o presidente da Uniodonto de Marlia, Marcelo Takagi que far a exposio em nome da instituio.
Segundo o dirigente mariliense o cooperativismo um movimento, uma filosofia de vida e modelo socioeconmico capaz de unir desenvolvimento econmico e bem-estar social. Num trabalho cooperativo de fundamental importncia desenvolver questes como: participao democrtica, solidariedade, independncia e autonomia, disse o dirigente ao falar sobre o trabalho cooperativo, principalmente o que desenvolve dentro da classe dos dentistas no centro-oeste paulista. O cooperativismo um sistema fundamentado na reunio de pessoas e no no capital, falou. Ele visa s necessidades do grupo e no do lucro. Busca prosperidade conjunta e no individual, explicou. Estas diferenas fazem do cooperativismo a alternativa socioeconmica que leva ao sucesso com equilbrio e justia entre os participantes, frisou Marcelo Takagi.
Para fazer parte de uma cooperativa necessrio, segundo o presidente da Uniodonto de Marlia, que as pessoas interessadas estejam conscientes do que pretendem. O cooperado deve estar ciente de sua funo de dono e usurio da sociedade, explicou Marcelo Takagi ao dizer que os cooperados so organizados em comits, conselhos, ncleos ou comisses, e devem contribuir da melhor maneira possvel em favor daqueles que recebem a incumbncia da administrao da empresa, para que todas as decises sejam corretas e representativas da vontade da maioria. O cooperado tem uma srie de direitos, disse ao apontar: votar e ser votado; participar de todas as operaes da cooperativa; receber retorno de sobras apuradas no fim do ano; examinar livros e documentos; convocar assemblia, caso seja necessrio; pedir esclarecimento aos Conselhos de Administrao e Fiscal; opinar e defender suas idias e propor ao Conselho de Administrao, ou Assemblia Geral, medidas de interesse da cooperativa, dentre outros direito.
Os deveres do cooperado sero apresentados neste encontro na cidade de Marlia que ser o primeiro de uma srie de vrios que acontecero na regio como forma de disseminar melhor o conceito cooperativo dentre os dentistas. Os deveres do cooperado so fundamentais para o sucesso da instituio, ressaltou Marcelo Takagi ao apontar: operar com a cooperativa; participar das Assemblias Gerais; pagar suas quotas-parte em dia; acatar as decises da Assemblia Geral; votar nas eleies da cooperativa; cumprir seus compromissos com a cooperativa; zelar pela imagem da cooperativa e participar do rateio das perdas, se ocorrerem e das despesas da cooperativa.
# |
 |
 |
| |
|
| |
| |
|
|
|
|
|
|
Clique
no logo acima e veja todos os textos produzidos. |
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|