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Vendas no Natal causam dvidas, afirma dirigente da Acim |
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Libnio Victor Nunes de Oliveira, presidente da Acim, avalia pesquisa sobre as vendas no Natal |
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O presidente da Associao Comercial e Industrial (ACI) de Marlia, Libnio Victor Nunes de Oliveira, admite dvidas quanto a expectativa de vendas no Natal deste ano. De acordo com o dirigente mariliense as pesquisas mostram desejo de comprar e baixo poder de compra. Uma equao complicada, pois no adiante querer e no poder, comentou o presidente da associao comercial ao observar que dos trabalhadores que recebem 13 salrio, 52,9% pretendem gastar pelo menos parte do salrio com compras de Natal. Desse total, 60% so homens, reforou ao saber que entre os entrevistados que recebem 13 salrio, 42,1% vo us-lo em parte para compras de Natal; 27%, no vo us-lo na data com compras e presentes; 7,5%, vo gastar tudo em presentes e comemoraes; 3,3%, vo gastar tudo em compras, e 20,1% no sabem o que faro.
O levantamento mostrou ainda que 41% dos entrevistados faro bicos para aumentar a renda e comprar mais presentes ou presentes melhores no Natal. O que mostra o baixo poder de compra, apontou ao verificar que dos 27% que no vo gastar o 13 com compras ou presentes, 26,6% pretendem economizar. Este ndice caiu em 2015 (31,2%) e 2014 (46%). O nmero de pessoas que quer usar o dinheiro para pagar dvidas aumentou nos ltimos trs anos: 21% em 2014, 24,3% em 2015 e 26,4% em 2016 e quem quer pagar impostos ou tributos se manteve estvel em 10% em 2014 e 2015 e subiu para 11,4% neste ano. Pagar dvida tambm ajuda o comrcio indiretamente, defende Libnio Victor Nunes de Oliveira.
O nmero de pessoas que quer quitar dvidas para fazer novas compras aumentou: 3% em 2014, 5,1% em 2015 e 7,8 em 2016. Os indecisos ficaram em 5% em 2014, 15,6% em 2015 e 17,7% em 2016. O consumidor no sabe o que fazer, refora o dirigente ao avaliar recente pesquisa realizada na capital paulista. preciso refletir sobre o melhor uso deste dinheiro extra, orientou ao dizer que poupar ou aplicar parte dos recursos, por exemplo, so hbitos que fazem muita diferena. A pesquisa tambm mostra que 36% dos entrevistados acreditam que a prpria situao financeira piorou em relao a 2015, enquanto que 34,3% avaliam que a situao financeira melhorou e 29,5%, que a situao continua a mesma. Entre aqueles que responderam que a situao financeira prpria piorou, 16,5% indicaram que isso ocorreu em virtude da diminuio da prpria renda e 9,8%, em razo da perda do emprego, explicou o dirigente.
A sensao de que as prprias finanas pioraram maior nas classes C, D e E: 38,3% dos entrevistados dessas classes responderam que a situao piorou. Nas classes A e B, a proporo foi 29%. A sensao de que as finanas melhoraram foi maior nas classes A e B (36,8%). Nas classes C, D e E, a proporo foi 33,4%. A percepo de que a situao no mudou de 2015 para 2016 foi 34% nas classes A e B, e de 28% nas classes C, D e E. De acordo com o levantamento, 81% dos entrevistados esto otimistas com relao s finanas para 2017 e 17% esto pessimistas. Entre os otimistas, 53,4% acreditam que a economia vai melhorar e 7,8% creem que a situao econmica dever ser pior em 2017 do que era em 2016. Pelo menos existe uma esperana, o que um bom sinal, resumiu Libnio Victor Nunes de Oliveira.
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