Título: IPI mantém emprego, mesmo sendo menor, diz Acim
 
Libânio Victor Nunes de Oliveira não acreditava na manutenção da cobrança do IPI em índices elevados
 
O presidente da Associação Comercial e Industrial de Marília (Acim), Libânio Victor Nunes de Oliveira não acreditava que o Governo voltaria a cobrar o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para automóveis. Segundo ele a prorrogação da alíquota reduzida IPI para automóveis até 2014, anunciada pelo Ministério da Fazenda, reforça o pensamento de que dificilmente haverá a retomada em índices elevados, como no passado. “Da forma que fizeram ajuda a manter os níveis de produção e de emprego no setor automotivo”, avaliou ao acreditar na manutenção dos níveis de vendas. “Automaticamente está assegurando níveis de produção e, consequentemente, níveis de emprego”, comparou.

Para Libânio Victor Nunes de Oliveira o efeito da medida sobre o mercado é “muito positivo”, pois, a indústria automobilística representa 5% do Produto Interno Bruto (PIB) nacional. “Esta medida tem um efeito econômico social desse mercado, que é muito importante na economia em geral”, falou o presidente da Acim que sempre foi favorável a manutenção da queda do IPI.

A questão do incentivo fiscal foi levada ao Ministério da Fazenda pelas associações do setor automobilístico como um dos temas tratados em reuniões com o governo. “Sempre nas negociações, esta questão era vista com simpatia em ambos os casos”, falou o presidente da Acim ao tomar conhecimento de que as tratativas vinham acontecendo há tempos. “O setor automotivo já contratou, entre os meses de janeiro e fevereiro deste ano, 1.819 trabalhadores”, lembrou Libânio Victor Nunes de Oliveira. Reportagens da mídia paulistana mostram que a indústria automobilística, com 131,7 mil trabalhadores, está perto de alcançar seu recorde histórico em número de funcionários: 133,6 mil em fins de 1980. “Isto quer dizer mais pessoas com poder de compra e naturalmente em condições de investir no comércio em geral”, avaliou o presidente da Acim.

Com o anuncio da prorrogação das atuais alíquotas do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para automóveis e caminhões até 31 de dezembro de 2013, o tributo deixa de subir esta semana, como estava previsto. “Com a medida anunciada no sábado, o governo não só estimula o setor automotivo, um dos principais motores da economia, como toda a cadeia automobilística, como as indústrias de autopeças, de estofamento e de acessórios e tudo mais”, frisou o dirigente mariliense.

A medida representa uma renúncia fiscal adicional de 2,2 bilhões de reais entre abril e dezembro de 2013 em relação ao que já estava programado. Para os veículos flex e a gasolina de até 1.000 cilindradas, cujas alíquotas subiriam de 2 para 3,5 por cento a partir desta semana, o imposto foi mantido em 2 por cento até o final deste ano. A alíquota original do IPI para veículos de até 1.000 cilindradas é de 7 por cento.

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