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| O presidente da Associação Comercial e Industrial de Marília (Acim), Libânio Victor Nunes de Oliveira está alertando os comerciantes em geral, quanto a utilidade de motoentregadores. Está perto do fim o prazo para que motoboys cumpram a série de exigências imposta pelo Conselho Nacional de Trânsito (Contran) para tornar a profissão mais segura. A partir do dia 2 de fevereiro, o motociclista que não tiver passado por curso de capacitação, não usar colete com faixas reflexivas e trafegar com moto sem equipamentos como antena corta-pipa e protetor de pernas poderá ser multado e ter o veículo apreendido. “E isto causará sérios transtornos para as empresas que utilizam este tipo de entrega”, falou em tom de preocupação. Para se ter uma ideia do desinteresse na preparação do cumprimento da lei, até agora só 7% dos motofretistas da capital paulista, por exemplo, conseguiram cumprir as regras. Dados da Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) e do Departamento Estadual de Trânsito (Detran-SP) revelam que, até a semana passada, cerca de 14 mil motoboys haviam realizado o curso, só na capital. A cidade de São Paulo tem 200 mil motoboys. “Não faço ideia do universo mariliense, mas a proporcionalidade não deve ser diferente”, comentou o dirigente que faz o alerta sobre as resoluções do Contran que estabelecem as novas regras e que foram publicadas em 2010, mas foram adiadas para dar mais tempo para que Estados e municípios formassem seus motoboys. “Parece que não deu certo”, palpitou. O presidente do Sindicato das Empresas de Entregas Rápidas do Estado de São Paulo (Sedersp), Fernando Aparecido de Souza, prevê novos protestos em razão do enquadramento a lei. “Não descarto novamente uma paralisação neste sentido”, arrisca Libânio Victor Nunes de Oliveira que sugere as empresas se enquadrarem, independente do que vier acontecer. “Se prorrogarem o prazo, o que não acredito, as empresas que se prepararem continuam adequadas. As que não tiverem adequadas neste prazo podem ter problemas”, comentou. Para os órgãos oficiais, a programação foi adequada. Segundo o Detran, 24 unidades do Serviço Social do Transporte (Sest) e do Serviço Nacional de Aprendizagem do Transporte (Senat) oferecem o curso hoje em todo o Estado de São Paulo, inclusive em Marília. Além disso, 17 Centros de Formação de Condutor (CFCs) também estão habilitados. Na cidade de São Paulo, o curso foi colocado à disposição pela CET. Na capital paulista, para que um motoboy consiga o Condumoto - documento criado pela Prefeitura de São Paulo para regularizar o motofrete -, ele deve passar pelas aulas de reciclagem. O profissional que não tiver o Condumoto a partir do dia 2 também estará em situação irregular. O Conselho Nacional de Trânsito (Contran) descarta um novo adiamento das regras que regulamentam o exercício da profissão de motoboy no País. O órgão federal informou, por meio de nota, que “não há indicativo de novo adiamento” e que “já expediu ofício circular aos Detrans (Departamentos Estaduais de Trânsito) para fiscalizar” as regras a partir de fevereiro. Em todo o Estado de São Paulo, segundo o Detran-SP, cerca de 20 mil motoboys já fizeram o curso, o que equivale a 4% dos 500 mil motofretistas paulistas. # Eficaz Comunicação Empresarial Ltda – ME Fones: (14) 3454.5072 (Claro Fixo) – (14) 8137.7189 (Vivo) E-mails: redacao@eficaz.jor.br ou atendimento@eficaz.jor.br Site: www.eficaz.jor.br - Twitter: marciocmedeiros MSN: marciomedeiros72@hotmail.com – Skype: marciomedeiros8020 www.facebook.com/EficazComunicacaoEmpresarial |
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