Título: Bimestre mantém média de 55 novas empresas em Marília
 
Mauro Celso Rosa apresenta números positivos no bimestre quanto a abertura de empresas
 
Dados do Escritório Regional da Junta Comercial do Estado de São Paulo (Jucesp), localizado na sede da Associação Comercial e Industrial de Marília, apontam a manutenção da média de 45 novas empresas fixadas na cidade nos primeiros oito meses do ano. Segundo o coordenador do órgão, Mauro Celso Rosa, responsável pelo trabalho de: abertura, encerramento e alterações cadastrais das empresas no centro-oeste paulista, nos meses de julho e agosto abriram na cidade 190 empresas com apenas 80 baixas registradas. “Isto quer dizer que somente nestes dois últimos meses houve uma média mensal de 55 novas empresas instaladas na cidade”, comemorou o dirigente que é o atual vice-presidente da diretoria da Acim. “Nossa cidade continua sendo atrativa para a classe empreendedora”, completou.

Este crescimento considerado constante pelo coordenador da Jucesp de Marília se deve em razão de que em igual período em 2009 foram 187 aberturas diante de 74 baixas, com uma diferença de apenas três empresas, comparado com os 110 de saldo positivo de 2010. “De janeiro a agosto foram 657 aberturas de empresas diante de 291 encerramentos, com 366 procedimentos positivos, com média mensal de 45,75%, nesses oito meses”, calculou Mauro Celso Rosa ao apontar o crescimento ordenado e equilibrado no número de empresas fixadas em Marília. “Esses dados são oficiais do órgão da cidade responsável pelos procedimentos de abertura, encerramento e alteração contratual em 110 cidades do centro-oeste paulista”, falou o coordenador da Jucesp.

Na opinião do vice-presidente de diretoria da Acim e coordenador da Jucesp este crescimento no número de empresas na cidade de Marília é considerado crescimento real e não um inchaço momentâneo. “Não se trata de um número grande de empresas que abrem e fecham rápido”, disse. “Mais empresas abrem, se mantém e poucas ao longo do tempo vão fechando por uma série de razões”, falou ao manter contato com empresários dos dois tipos de experiências. “Normalmente o fechamento é por problema de gestão”, disse ao admitir que são raras as vezes em que os envolvidos aceitam erros administrativos. “É preciso se capacitar e acompanhar a evolução administrativa nos negócios”, apontou. “Quem se prepara bem dificilmente é surpreendido ao gerenciar o próprio negócio”, frisou.

Mauro Celso Rosa sugere ao novo empreendedor que procure as entidades de capacitação, de orientação e de auxilio para aqueles que estão iniciando no empreendedorismo. “Os compromissos são muitos e o novo empreendedor tem que acompanhar a evolução dos tempos”, falou ao colocar-se a disposição no auxilio aos novos conhecimentos empresariais. “Existem escolas, universidades, cursos, entidades e instituições que colaboram neste sentido principalmente para as empresas de pequeno porte”, apontou ao citar a Acim e o Sebrae e as universidades como os mais próximos do novo empreendedor.
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