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| Associados do Rotary Club de Marília Pioneiro, do Distrito 4510 do Rotary International, na região centro-oeste do interior do estado de São Paulo, iniciaram nesta gestão dois programas semelhantes, porém, com temas diferentes. Denominado de: “Quem sou eu?”, uma vez por mês um associado do clube apresentará a profissão que desenvolve enquanto que outro falará sobre a função que tem dentro do clube. “Este programa tem dois objetivos”, explicou a presidente do clube rotário mariliense, a cirurgiã dentista, Sandra Aparecida de Souza Craveiro. “Um é o de mostrar para os demais associados qual a atividade profissional que desenvolve no dia-a-dia, enquanto que o outro é o de fortalecer a instrução rotária dentro do clube”, disse a dirigente. Este programa terá o envolvimento de todos os associados do clube. A educadora Mary da Silva Profeta, coordenadora do programa, faz o agendamento do associado junto a uma reunião ordinária do mês, quando durante 10 minutos um associado fala sobre a profissão e outro apresenta detalhes do trabalho que desenvolve dentro do clube. “Desta forma passamos a entender a profissão que um companheiro tem”, comentou a coordenadora. “E do outro lado, as atividades rotárias são explicadas por quem a desenvolve nesta gestão, aprendendo e ensinando ao mesmo tempo”, falou a dirigente. Outro ponto de vista apresentado neste programa “Quem sou eu?”, é quanto ao conhecimento das profissões disponíveis dentro do clube e que por alguma razão pode ser melhor utilizada nos demais programas desenvolvidos pelo clube junto a comunidade mariliense. “Muitas vezes um profissional que está dentro do clube pode ser encaixado dentro de um trabalho que realizamos na comunidade”, disse Sandra Aparecida de Souza Craveiro. “Certamente com a presença dele, um profissional específico, o programa ganha em conteúdo e desenvolvimento”, falou a presidente ao considerar válido o programa que está sendo realizado. Na opinião da coordenadora da Comissão de Administração do RC de Marília Pioneiro, a empresária Lúcia Helena Zanella Lima, outro aspecto interessante deste programa é quanto a interatividade e integração. Segundo ela essas duas explanações fazem com que os associados se aproximem um dos outros fortalecendo o companheirismo. “Ao saber o que um associado faz no dia-a-dia e de outro como trabalhará no clube, isso cria mais intimidade e aproximação entre os associados”, acredita a dirigente que também é favorável ao programa. “Todos ganham, inclusive a comunidade”, frisou a coordenadora da comissão voltada para as ações internas do clube que contou, nesta primeira etapa, com a exposição da cientista social, Marina Monteiro de Queiroz Ravazzi que falou sobre a coordenadoria de políticas para as mulheres, da Prefeitura de Marília, onde trabalha, enquanto que a advogada Adriana Tognoli falou sobre as funções de secretária do clube. # |
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