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| O vice-presidente da Associação Comercial e Industrial de Marília (Acim), Mauro Celso Rosa, está acreditando em mudanças nas vendas no comércio da cidade, relacionada a Copa do Mundo, na África do Sul, que começa nesta sexta-feira, dia 11, deve influenciar no movimento das lojas em geral. Como acontece em todos os anos quando a Copa do Mundo de Futebol acontece, o comércio, a indústria e os prestadores de serviço se preparam com antecedência, para lucrar ou, em alguns casos, compensar eventuais perdas com o campeonato mundial. “A maior mudança no cotidiano empresarial ocorre mesmo durante as partidas”, falou o dirigente ao citar detalhes como: interrupções nas transações do comércio e nos turnos de produção e, na outra ponta, grande movimentação em bares e restaurantes. No mundial deste ano, com jogos programados durante o horário comercial brasileiro (na primeira fase a seleção entrará em campo às 15h30 e às 11h), não deve ser diferente. Apesar das paradas, o comércio tem todos os motivos para comemorar, segundo o vice-presidente da Acim, pois o evento favorece o varejo meses antes da escalação dos jogadores. No início do ano, a procura por produtos como TVs já se aquece. Dados da Associação Nacional de Fabricantes de Produtos Eletroeletrônicos (Eletros), a produção de televisores neste ano deve atingir 11,5 milhões de unidades, um acréscimo em torno de 17% sobre 2009. “Certamente será o produto mais procurado”, disse Mauro Celso Rosa que é do ramo de eletroeletrônicos. “Em anos de Copa do Mundo, 60% desse volume é vendido no primeiro semestre, ante 40% em igual período de anos comuns”, disse com experiência. Outro segmento que deve ter grande procura será por itens de vestuário verde e amarelo e artigos esportivos. Mauro Celso Rosa acredita que haverá incremento na venda de salgadinhos, cervejas e refrigerantes que serão consumidos durante os jogos. “Isto quer dizer que todo esse movimento, por outro lado, deve paralisar atividades de indústrias e escritórios, que liberarão seus funcionários para torcerem pela seleção canarinho”, comentou o dirigente da Acim. Grandes empresas previram as interrupções em seu cronograma anual e, em muitas, haverá compensação das horas paradas. Quantos as lojas de Marília a sugestão da Acim é para que fechem as portas 30 minutos antes dos jogos da seleção brasileira nos dias úteis e que reabrem, em alguns jogos da primeira fase, 30 minutos depois das partidas. “Essa orientação é facultativa, ou seja, cada loja pode e deve fazer os horários que achar melhor”, disse o vice-presidente da Acim. “O importante é que haja entendimento entre empregadores e empregados, dentro da lei e tudo devidamente documentado”, sugeriu Mauro Celso Rosa. |
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