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| O diretor executivo do Sindicato Rural de Marília, Luis Arnaldo Cunha de Azevedo, está alertando os proprietários rurais produtores de gado que não se esqueçam de vacinar os búfalos e bovinos contra a febre aftosa até o final do mês, data limite para que o pecuarista proteja os animais contra esta doença que além de matar o animal, provoca problemas para toda a pecuária nacional. “Trata-se de uma responsabilidade com o gado brasileiro”, disse o dirigente ao fazer o alerta, pois, quem não vacinar e avisar os órgãos competentes da vacinação pagará multa por animal não vacinado. “O prazo até o dia 15 de junho é para informação sobre a vacinação e não se trata de um prolongamento da vacinação”, explicou ao ser indagado sobre o assunto e reforçar o limite de 31 de maio para a vacinação. Segundo o ruralista de Marília a vacinação é desenvolvida duas vezes ao ano justamente para que a cobertura seja a mais completa possível. Ao ser registrado casos de aftosa, a pecuária brasileira é prejudica no mercado internacional que vem crescendo para o Brasil em razão de não ter casos de aftosa há anos. “Até mesmo a exportação de boi vivo, que vem crescendo, não está atrapalhando o mercado interno”, disse Luis Arnaldo Cunha de Azevedo ao tomar conhecimento de que a venda de bovinos vivos para o exterior interfere pouco na estabilidade do mercado interno brasileiro de carne resfriada ou congelada. Atualmente apenas 1,6% do rebanho brasileiro é destinado à exportação de bovinos vivos, o que representa anualmente 500 mil cabeças e um lucro de 400 milhões de dólares em 2009. Este tipo de a atividade tem crescido de forma moderada e está concentrada basicamente no Pará, responsável por 96% das operações nacionais. Os maiores importadores de bovinos vivos brasileiros são, pela ordem: Venezuela, Líbano e Egito. “Isso tem que ser feito com cautela, pois conflita com as pretensões do Brasil de se tornar referência no comércio internacional da pecuária”, disse Luis Arnaldo Cunha de Azevedo que considera importante o abate do animal em frigoríficos brasileiros como estratégia para agregar valor ao produto. SURTO NO JAPÃO - A província japonesa de Miyazaki (sul do Japão) declarou situação de emergência pela incontrolável extensão de um surto de febre aftosa. Segundo dados oficiais, foram detectados indícios da doença em pelo menos 126 fazendas de gado bovino e suíno de Miyazaki, onde mais de 114 mil animais tiveram que ser sacrificados. Além disso, o governo admitiu erros na tentativa de controlar o surto, após informação de que as autoridades locais falharam durante inspeções a fazendas no final de março. As autoridades veterinárias japonesas confirmaram no início de abril um surto do tipo "O" do vírus da febre aftosa, o mais comum atualmente na Ásia, onde a doença é endêmica. Os funcionários que realizavam as inspeções, no entanto, foram acusados de excessiva lentidão durante as análises nos animais com sintomas da doença. |
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