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| Dezenas de proprietários rurais da região de Marília estiveram reunidos com soldados da Polícia Militar, na sede do Sindicato Rural de Marília, quando foi criado um comitê de segurança rural para discutir melhorias na área, com o objetivo de diminuir o número de roubos, furtos e depredações que estão acontecendo em diversas propriedades rurais da região. “Este grupo se reunirá com pessoal competente para ajudar com programas de policiamento nas fazendas, sítios e chácaras da região de Marília”, disse o presidente do Sindicato Rural de Marília, Yoshimi Shintaku, que articulou o encontro em razão das inúmeras reclamações de ruralistas neste sentido. “O problema é grave e complexo”, definiu o líder sindical. Cinco proprietários rurais foram escolhidos para formarem o comitê. O presidente do grupo será Evandro Galeti, tendo como vice-presidente, Yoshio Takaoka; secretário Luis Arnaldo Cunha de Azevedo e como segunda secretária, Zulmira Tozin Ruiz. “Esse pessoal será o elo entre os proprietários rurais, com o Poder Público, Segurança Pública e especialistas na área”, justificou Yoshimi Shintaku ao considerar o grupo capaz em debater esses assuntos que estão sendo um grave problema para os proprietários rurais. “Ainda há tempo de reverter a situação, mas se nada for feito algo, chegará ao ponto de que nada será possível”, comentou o dirigente ao lembrar dos 119 mil hectares a área compreendida na região de Marília que conta com 1.154 propriedades rurais entre fazendas, chácaras e sítios. “Só de área produtiva temos 947 propriedades”, falou. Este comitê formado pretende se reunir mensalmente e os locais dos encontros serão em forma de rodízio. O próximo será dia quatro de março, quinta-feira, na subprefeitura de Avencas, em que o grupo promete levar mais proprietários rurais para iniciar um levantamento de problemas e soluções. “Quanto mais participação houver, melhor será o debate e a busca por soluções”, falou Luis Arnaldo Cunha de Azevedo que por ser diretor executivo do Sindicato Rural de Marília tem algumas sugestões para apresentar. “Uma linha direta para reclamação, ou denúncia seria um grande passo”, falou ao ser informado da existência do número 191 para que qualquer denúncia seja feita. “Mas estamos pensando em algo específico para o proprietário rural”, reforçou ao colocar o assunto em pauta para o próximo encontro, bem como a manutenção das estradas vicinais. A Coordenadoria de Assistência Técnica Integrada (Cati) apresentará um mapa da região em que as propriedades rurais serão sinalizadas, denominadas e possivelmente visitadas para uma análise mais profunda sobre o local seja feita, bem como o acesso até elas. “A região é acidentada e muitas propriedades estão bem escondidas”, disse Maria de Fatia Caetano Prado, representante da Cati, presente na reunião. “Este comitê terá uma função importante neste processo”, elogiou a dirigente estadual. |
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