Título: Shintaku solicita duplicação de trecho perigoso
 
Yoshimi Shintaku pede providências sobre SP-333, próximo do Distrito de Rosália
 
O presidente do Sindicato Rural de Marília, Yoshimi Shintaku, está encaminhando solicitação ao Departamento de Estradas e Rodagens (DER), para viabilização de estudos no sentido de promover melhorias na SP-333, no trecho entre a cidade de Marília e o trevo com a BR-153, considerado de grande importância para escoamento de produtos rurais por parte dos ruralistas daquela região norte da cidade de Marília, principalmente nos acessos às propriedades rurais próximas do entroncamento para as cidades de São José do Rio Preto e Araçatuba. “O trecho é perigoso e muito congestionado”, disse o dirigente.

Segundo o líder sindical são muitas as reclamações por parte de proprietários rurais que utilizam a estrada para chegarem até o Distrito de Rosália, e região. “É uma estrada importante, que tem grande movimento de carros e caminhões, e por isso é freqüente o número de acidentes”, disse o dirigente que está mantendo contato com políticos e autoridades da área, para que estudos sejam realizados para uma possível duplicação de aproximadamente 20 quilômetros. “É preciso que algo seja feito, principalmente no acesso anterior a serra”, apontou o dirigente ao passar pelo local.

Para Yoshimi Shintaku em razão da estrada ser muito utilizada por motoristas de caminhão, por causa da BR-153, e também por ser acesso do movimento rodoviário de motoristas que chegam do sentido de Assis e Tupã, esta parte da SP-333 encontra-se estrangulada. “Forma-se filas quilométricas, sendo impossível a ultrapassagem, e a lentidão do trânsito irrita alguns motoristas que fazem manobras arriscadas”, explicou ao afirmar que constantemente o local é prejudica ainda mais por causa de acidentes.

Na opinião do presidente do Sindicato Rural de Marília por ser um local de trânsito intenso o mais viável é promover a duplicação com o canteiro central. “Desta forma os carros mais lentos dariam passagem para os demais, sem prejudicar o fluxo”, comentou ao sugerir a adaptação, mas reconhece a necessidade de estudos técnicos em virtude de ser uma região de topografia acidentada. “Tratores, charretes, transporte de trabalhadores rurais, ônibus escolares, motociclistas, ciclistas, dentre outros, são outra questão perigosa que precisa ser revista”, alertou o presidente do Sindicato Rural de Marília. “Algo precisa ser feito, para que menos pessoas se acidentem”, disse ao socorrer uma família recentemente que se acidentou no local.