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| O presidente da Associação Comercial e Industrial de Marília (Acim), Sérgio Lopes Sobrinho, esteve reunido com o Secretário Municipal da Agricultura e Abastecimento de Marília, Antônio Jorge Favoreto, discutindo a questão do local da atual feira livre realizada aos domingos na Avenida Tancredo Neves, próximo ao Terminal Rodoviário Urbano e da Galeria Atenas. Segundo o presidente da associação comercial são muitas as reclamações dos comerciantes localizados naquela região, quanto aos participantes da feira. “Trata-se de uma situação desconfortável que precisa ser revista pelo Poder Público”, disse Sérgio Lopes Sobrinho que pretende estudar uma melhor acomodação para a feira. Segundo o dirigente classista com a evolução dos tempos é preciso que se tenha um cuidado especial com a necessidade da revitalização do centro comercial, como forma de atrair o consumidor, agradar a população e principalmente oferecer segurança, comodidade e apresentar a cidade de forma agradável para visitantes e cidadãos marilienses. “A Feira Livre é necessária, mas precisa ser melhor organizada e instalada”, defendeu ao apontar o local atual como inadequado em todos os sentidos. “Ao visitar a feira livre de domingo é fácil perceber a precariedade das condições existentes”, afirmou. Na opinião do presidente da Acim da mesma forma que a feira noturna está organizada e atrativa, a feira livre de domingo poderia seguir o mesmo molde, tanto do ponto de vista organizacional e de infra-estrutura, como o local. “Se a feira noturna é um sucesso, porque a de domingo não pode ser?”, questionou o dirigente ao conversar sobre este assunto com o Prefeito Mário Bulgareli e com o Secretário Municipal da Agricultura e Abastecimento, Antônio Jorge Favoreto. “A sugestão é que a feira livre de domingo siga as mesmas condições da feira noturna, tanto na organização das barracas quanto ao local, na Avenida das Indústrias”, sugeriu o dirigente associativista. Sérgio Lopes Sobrinho reconhece que é preciso envolvimento dos órgãos competentes para que haja essa evolução. “A preocupação da Acim é quanto ao centro comercial, que passa por um amplo processo de revitalização, e a feira está sendo um desconforto da forma como está apresentada”, comentou sem entrar no mérito das condições dos produtos que são comercializados; da quantidade de informais; da falta de banheiros públicos; da questão da vigilância sanitária, tão pouco dos problemas com o trânsito, estacionamento e segurança. “São questões que precisam ser analisadas, mas o que compete a Acim é o fato de que no centro da cidade não se pode ter uma feira livre da forma como está sendo feita”, falou. Outro ponto levantado pelo dirigente de classe é quanto a limpeza após a feira, e a crescente reclamação de comerciantes que se sentem prejudicados com a concorrência desleal, com a falta de regulamentação dos feirantes e principalmente com o transtorno causado todos os finais de semana. “O pensamento da Acim não é acabar e sim sugerir uma melhor organização em que todos ganharão”, disse ao propor ao secretário municipal estudos neste sentido. “Se a feira noturna é boa, a de domingo pode ser também”, apontou o caminho. |
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