Título: Escola de idiomas inova com novo método de ensino
 
Cândida Elias, uma das sócias da Skyline Idiomas
 
Procurando colocar no mercado de Marília uma nova concepção de ensino, na área de idiomas estrangeiros, a Skyline Idiomas surgiu em Marília, na segunda quinzena de janeiro com uma nova metodologia de ensino, que está sendo colocado em prática devido a determinação de três professoras: Cândida Elias, Eneida Graci e Fabiana Monteiro que se associaram e montaram a escola que vem conseguindo desenvolver um trabalho diferenciado na cidade. “Resolvemos montar a escola dentro daquilo que acreditamos ser o ideal para o público de Marília”, comentou uma das sócias da empresa, Cândida Elias.

O nome da empresa se confunde com a metodologia utilizada, uma vez que existem outras escolas com o mesmo nome no Rio de Janeiro e em algumas cidades do Nordeste. “Não é franchising”, esclareceu a professora e uma das sócias, ao explicar que a escola adota o material didático da Editora Mcmillan, da capital paulista, filial de uma multinacional inglesa. “Adotamos os estilos inglês e norte-americano”, disse essa professora de inglês, formada em Letras pela Faculdade Auxilium de Lins e que leciona desde 1977, tendo adquirido experiência em quatro escolas de idiomas e privadas durante esses anos como professora. “O nosso desejo maior foi de abrir o nosso próprio negócio”, comentou ao acreditar na existência de aproximadamente dez escolas sérias de idiomas em Marília.

Oferecendo cursos de inglês, italiano, alemão, japonês, francês e espanhol, a Skyline Idiomas tem sete salas independentes com espaço suficiente para grupos de no máximo de dez pessoas, com 11 horários diários disponíveis das 8 até às 19hs30min, com 60 minutos cada. São três professoras de inglês, e um profissional nos demais cursos, num total de oito docentes. “Nosso curso é 80% conversação, e o restando em gramática que na verdade é uma ferramenta para a compreensão do aluno”, falou ao enumerar os diversos cursos oferecidos como para: empresários, turistas, de conversação, para crianças, além do curso tradicional que é de no máximo cinco anos. “Temos um curso específico para universitário visando o vestibular e as pesquisas”, acrescentou Cândida Elias.

Firmando parcerias com empresas para aulas do estilo in company (na empresa) existe um curso próprio para o exame da Fundação Eurípides Soares da Rocha de proficiência da língua inglesa, que acontece duas vezes ao ano para a cidade de Cambridge, Inglaterra. “Esse é o exame mais tradicional para quem quer seguir os estudos de idioma”, disse satisfeita com o investimento que fizeram na escola. “Estamos fazendo o que mais gostamos”, garante.