Título: OAB Marília faz reivindicações
 
Reunião de trabalho discutiu mais questões da Caasp entre as subseções da região
 
O presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), 31ª subseção de Marília, Carlos Mattos, participou da reunião com a diretoria da OAB Paulista com representantes das subseções de: Marília, Assis, Cândido Mota, Garça, Ourinhos, Palmital, Paraguaçu Paulista, Piraju e Santa Cruz do Rio Pardo, quando teve oportunidade de solicitar estudos da diretoria paulista e da Caixa de Assistência aos Advogados de São Paulo (Caasp), sobre alguns assuntos em que a diretoria da OAB de Marília vem solicitando à estas diretorias nos últimos meses. “Procurei sintetizar as questões, pois são poucas”, justificou o dirigente mariliense ao ter a oportunidade de apresentá-las publicamente.

Foram três as situações apresentadas pela diretoria de Marília: Sobre a possibilidade da mudança da sede atual da Caasp Regional Marília; a situação do campeonato paulista de futebol entre as subseções e a necessidade de uma campanha institucional popular da Caasp. “São assuntos simples, de fácil entendimento”, resumiu Carlos Mattos que solicitou do presidente da Caasp, Sidney Uliris Bortolato Alves, um posicionamento quanto a estes assuntos relacionados à entidade assistencial da OAB Paulista. “Não são assuntos novos, pois já conversei estas questões com a diretoria”, lembrou Carlos Mattos.

Na opinião do presidente mariliense a sede atual da Caasp, localizada na Avenida Bahia, está pequena e sofre com a falta de estacionamento para os advogados que freqüentam a sede. “Quando inauguramos era o que tinha de melhor, inclusive perto da Casa do Advogado de Marília”, lembrou Carlos Mattos que foi o representante da Caasp em Marília na gestão do então presidente, Luiz Carlos Pfeifer. “Hoje precisamos de um local maior e de espaço para estacionamento”, defendeu ao ouvir do próprio presidente que medidas neste sentido estão sendo tomadas. “Só não tenho como dizer uma data quando isso acontecerá”, falou Sidney Uliris Bortolato Alves ciente da reivindicação.

O Campeonato Paulista de Futebol entre as subseções paulistas vem sendo um problema para muitas subseções, inclusive a de Marília, em relação a forma de disputa e principalmente sobre a impossibilidade das subseções ajudarem financeiramente na organização e manutenção dos times a serem montados. “O custo não é baixo e não podemos pagar pela manutenção dos times”, falou Carlos Mattos, além de mencionar questões de indisciplina por parte dos advogados-atletas e a tabela inflexível. “Compreendo as necessidades para se ter o campeonato, como um dos maiores meios de confraternização”, disse. “Mas na prática a realidade é outra”, acrescentou ao escutar da diretoria paulista os argumentos de que o campeonato é organizado de forma específica em razão das poucas datas existentes. “Os presidentes de subseções deveriam ser ouvidos na organização desses campeonatos”, lamentou Carlos Mattos.

Sobre a questão de uma campanha institucional da Caasp de forma mais intensa, defendida pelo tesoureiro da diretoria da OAB de Marília, Dálvaro Girotto, o próprio advogado mariliense concordou que o envolvimento dos profissionais do Direito poderia ser melhor. “Mas acredito que uma campanha forte, global e nos principais veículos de comunicação poderia ser feito”, insistiu o dirigente local. “Os advogados, em sua maioria, desconhecem o potencial que é a Caasp”, defendeu. “Sugiro uma campanha em TV aberta e Jornais de circulação estadual”, disse Dálvaro Girotto ao ser ouvido pelo presidente Sidney Uliris Bortolato Alves, que prometeu estudar o assunto.