Título: Sapatão dá início a loja de calçados em Marília
 
Salvador Santiago Júnior, da Fumi Calçados acredita no mercado calçadista de Marília
 
Foi vendendo sapatão e alpargata que Fumi Sakumoto Tsuda deu origem a uma das principais lojas de calçados na cidade de Marília. Com 53 anos de atividade no centro comercial mariliense, a Fumi Calçados se tornou parâmetro em seu segmento, tendo hoje quatro lojas em Marília, atendendo todas as camadas sociais. “Na Fumi Calçados qualquer pessoa encontra aquilo que procura”, disse Salvador Santiago Júnior, gerente da empresa há 13 anos. “Procuramos atender todos os tipos de pessoas”, garante ao comentar a performance da empresa dentro do contexto comercial da cidade.

No princípio Fumi Sakumoto Tsuda vendia calçados do tipo sapatão e alpargata para proprietários e trabalhadores rurais de café e algodão, que só podiam comprar sapatos uma vez por ano, dentro do período de safra das duas culturas muito exploradas em Marília. “Ela comprava os sapatos e colocava as solas”, contou Salvador Santiago Júnior. “Ela fazia o acabamento e vendida tudo que fazia”, frisou o funcionário que é natural de Osvaldo Cruz, mas se fixou em Marília assim que deixou a capital paulista.

Tendo todo e qualquer tipo de calçados masculinos e femininos, a Fumi Calçados tem aproximadamente mil itens à disposição do consumidor entre sapatos, bolsas, cintos, carteiras, meias, e alguns tipos de confecções. São quatro lojas, sendo duas na principal rua do comércio mariliense, a São Luiz, onde também se localiza a maior delas com 700 metros quadrados de área construída. Com 50 funcionários no total, cada loja tem seu próprio estoque para trabalhar. Uma delas é específica em material esportivo, a mais recente da rede, com quatro anos de funcionamento.

O mercado calçadista de Marília, segundo Salvador Santiago Júnior, tem muito que crescer e a concorrência atual é acirrada e salutar. “É estimulante”, disse o gerente da rede Fumi. “Ter concorrência é importante em todos os sentidos, pois faz com que haja evolução no segmento e vai se manter aquele que trabalhar de forma correta”, opinou o profissional que antes de entrar na Fumi Calçados já trabalhava no varejo por cinco anos. “Temos condições de ampliar o raio de trabalho, pois o mercado é receptivo e existe demanda”, comentou de forma particular.