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| Acreditando no comércio de Marília e região, a Waniferro Comércio de Ferro e Aço Ltda de Marília, estará iniciando nos próximos dias uma ampla reforma no prédio da empresa para começar a atender a população em geral, ampliando a atuação no mercado de ferro e aço, hoje limitado a empresas e a serralheiros. “Queremos atender consumidores em geral, além de aumentar a variedade dos nossos produtos”, comentou José Paixão da Silva, que chegou em Marília em 1987 e se apaixonou pelo município. “Foi uma identificação imediata”, disse orgulhoso e feliz pela decisão de fixar toda a família em Marília. Natural de Martinópolis, José Paixão da Silva montou em Marília, inicialmente, a Mariferro, que trabalhava com sucatas e ferros diversos. “Com a ampliação dos negócios, mudamos a constituição da empresa e criamos a Waniferro”, disse ao explicar que o nome surgiu em razão da participação da esposa, Wânia Aparecida Costa Silva no empreendimento. “Toda nossa família faz parte da empresa”, comentou o patriarca que além da esposa conta com os dois filhos e a filha no negócio. Instalada numa área de três mil metros quadrados, sendo que em 1,2 mil metros quadrados com área coberta para a produção de 100 toneladas por mês de ferro armazenado. “Temos mais de 300 ítens à disposição de empresas e serralheiros”, explicou o empresário que espera ainda este ano, atender o consumidor em geral e ampliar o número de produtos à negociar. “O objetivo é aumentar, inclusive, o raio de ação da empresa que irá superar os 100 quilômetros atuais”, disse ao planejar dobrar a área de atendimento na região. Tendo como fornecedores, empresas como Gerdau Siderúrgica (SP), Manchester (MG), Intertubos (MG), Tuper (SC), a Waniferro Comércio de Ferro e Aço tem obras como a Universidade de Marília, a Faculdade de Garça, a Indústria Yoki, Excelência e Granja Shintaku, como algumas referências em fornecimento de ferro na região. “Fornecemos o ferro para a construção”, disse José Paixão da Silva. “Não somos serralheiros e sim fornecedores de ferro”, explicou ao apontar a inadimplência como a maior dificuldade no mercado. “Muitas pessoas nos confundem com serralheria e sustam cheques por causa de um trabalho que não agradou”, lamentou o empresário. “Nossa responsabilidade é em fornecer o ferro e não em fazer a obra”, disse o martinopolense que se considera mariliense de coração. “Esta cidade é fantástica”, resumiu. |
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