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| Os integrantes que formam o Conselho Comunitário de Segurança (Conseg) da região central da cidade de Marília, iniciaram trabalho no sentido de conscientizar a comunidade em geral, quanto a importância de se ter regras claras sobre a presença das bicicletas pelas ruas da cidade. Segundo o presidente do órgão consultivo de segurança, Sérgio Lopes Sobrinho, o início deste debate com a comunidade é importante para se criar normas com o objetivo de diminuir o número de acidentes com ciclistas e de conseguir identificar bicicletas que são roubadas e furtadas. “A cada dia que passa o número de ciclistas transitando nas ruas da cidade vem crescendo”, constatou o também presidente da Acim, ao observar a quantidade de bicicletas passando pelas ruas do centro da cidade. Representantes da Polícia Militar, da Ordem dos Advogados do Brasil, do Comitê Gestor de Segurança Pública e Qualidade de Vida, e da Associação Comercial e Industrial de Marília (Acim), participaram deste encontro realizado na sede da entidade que representa os comerciantes marilienses. “Vamos elaborar uma pesquisa junto à comunidade para identificarmos o perfil do ciclista de Marília”, disse o vice-presidente do Conseg-centro e da Acim, o comerciante Mauro Celso Rosa. “Além disso, vamos ter conhecimento de números estatísticos sobre os acidentes e furtos, envolvendo as bicicletas”, completou o dirigente que considera importante este trabalho de conscientização em todos os sentidos. “A educação será a base deste trabalho”, falou Ciro Siriani, professor e especialista sobre Código de Trânsito Brasileiro, convidado para ajudar neste trabalho do Conseg-centro. Desde 22 de janeiro de 1998 os veículos: automotor, elétrico, de propulsão humana, tração animal, reboque e semi-reboque, estão contemplados no Código de Trânsito Brasileiro, através da Lei 9.503 que instituiu as normas brasileiras. “Nossa lei é clara, objetiva, específica e bem detalhada sobre uma série de situações que devem ser regulamentadas pelo município”, comentou o especialista que considera oportuno um trabalho neste sentido. “Marília tem todas as condições possíveis para ser disciplinada neste sentido”, disse o policial militar, Tenente Sérgio Nonato, que participa das discussões neste sentido. “A Polícia Militar fará o levantamento de dados para ajudar neste debate”, falou o dirigente militar que esteve na cidade de Lorena, no Vale do Paraíba, conhecendo um trabalho neste sentido, naquela cidade. “Nossa cidade tem como desenvolver um programa modelo nesta área”, acredita José Mansur Júnior, representante da OAB de Marília. Um dos objetivos deste trabalho é fazer com que a bicicletas sejam identificadas, desde a compra com o número do quadro estipulado na Nota Fiscal, para que seja possível a identificação, quando a bicicleta for recuperada pela Polícia Militar. “Existem centenas delas em que não é possível dar um destino correto, aos seus verdadeiros proprietários”, comentou Cláudio Pinha Góes, Delegado de Polícia que participa do grupo de discussão do Conseg-centro. “Um trabalho junto aos estudantes e industriários também está sendo estudado”, comentou Paulo Lúcio dos Santos, do Comitê Gestor, da Prefeitura de Marília, ao apontar esses dois grupos como os maiores usuários de bicicletas. |
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