Título: RC Marília Alto Cafezal apresenta Filantrópica a dirigente
 
Reunião no RC Marília Alto Cafezal destacou a imagem e responsabilidade do rotariano
 
Os integrantes do Rotary Club Marília Alto Cafezal estiveram conduzindo o Governador do Distrito 4510 do Rotary International, na região centro-oeste do interior do Estado de São Paulo, o empresário Cleuto José Magnani, para conhecer as instalações e o trabalho desenvolvido pela Associação Filantrópica de Marília, que cuida de crianças do sexo masculino de zero a 17 anos de idade. “Esta entidade sempre tem se envolvido nas atividades sociais do nosso clube, sendo beneficiada com trabalhos que nós rotarianos realizamos durante o ano”, justificou o presidente do clube mariliense, o policial militar aposentado, Cyro Siriani, que acompanhou o dirigente rotário na visita e na reunião com o Conselho Diretor do RC Marília Alto Cafezal.

Além da visita na Associação Filantrópica de Marília, o Governador do Distrito 4510 do Rotary International esteve por quase duas horas conversando com boa parte dos sócios do clube, antes da cerimônia festiva, em que esposas, familiares e convidados dos sócios, realizaram para registrar a visita oficial do casal Adelina e Cleuto Magnani, pela primeira vez no clube mariliense. “A visita de um Governador no clube, sempre é motivo de alegria, pois os sócios querem mostrar o trabalho que realizam, e ouvir as orientações da Governadoria”, disse Cyro Siriani que fez um relatório verbal das atividades desenvolvidas pelo clube ao Governador do Distrito 4510 do Rotary International, além de entregar a agenda rotária da Gestão 2007-2008.

No encontro com os sócios do clube, Cleuto José Magnani falou sobre a importância das mensalidades, da Conferência Distrital, dos projetos que o clube desenvolve, da Fundação Rotária, das ações que o RC Marília Alto Cafezal promove, e principalmente da imagem institucional da organização mundial. “Para melhorar a visão da comunidade sobre o Rotary International, precisamos do esforço de todos”, falou. “Mas para que a população nos veja com desdém, basta o mal comportamento de apenas um sócio”, frisou ao chamar a atenção para a responsabilidade que cada rotariano tem, em seguir a Prova Quádrupla, e ter uma conduta exemplar na sociedade. “A imagem que os outros fazem da nossa organização é baseada no comportamento das pessoas que fazem parte dela”, explicou. “Se os rotarianos mostram, apenas, que são festivos, o leigo vai pensar que o Rotary é só festa”, exemplificou ao abominar este tipo de pensamento festeiro.

Outro ponto ressaltado pelo dirigente rotário em visita oficial foi quanto a necessidade da formalidade dentro do comportamento dos clubes. “É a formalidade que mantém a nossa organização centenária”, disse. “Ela mostra: seriedade, organização, respeito, e principalmente valorização de todo um sistema”, falou ao ter apoio de todos com quem tem conversado sobre este assunto. “Haver formalidade, não quer dizer perda de tempo ou chatice”, frisou. “É ter foco e organização para fazer as ações, que podem ser conduzidas de forma alegre, divertida e animada, dentro de critérios bem definidos”, ensinou.