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| O Secretário Municipal do Verde e Meio Ambiente da cidade de Marília, Márcio César Marques, esteve participando de palestra informativa, no Sun Valley Park Hotel, na reunião do Rotary Club Marília Pioneiro, do Distrito 4510 do Rotary International, na região centro-oeste do Estado de São Paulo, quando teve a oportunidade de alertar os rotarianos sobre as ações necessárias que devem ser realizadas na cidade pelos marilienses, no combate contra a Dengue, que tem se tornado uma epidemia. “Provavelmente deva existir mais de seis mil casos existentes na cidade”, disse o secretário municipal, para a surpresa dos rotarianos. Segundo o dirigente as pessoas não têm informação sobre a proliferação da doença. “A preocupação do Comitê Municipal de Vigilância Ambiental em Saúde não é pequena”, ressaltou Mário César Marques ao explicar que a Dengue é uma doença complexa e que exige equipes multidisciplinares para que haja controle e atendimento a população. “A rede pública de saúde é quem entende mais sobre a dengue, por lidar com a doença de forma mais contínua”, frisou ao comparar com a rede privada que considera a Dengue como um caso atípico. “O risco da cidade de Marília ter o nível três da doença é muito grande”, falou ao chamar a atenção dos rotarianos sobre a possibilidade de em breve haver o anúncio de morte por causa da Dengue. Na opinião do palestrante os agentes comunitários são as principais ferramentas nesta campanha contra o mosquito e os criadouros. “A linguagem da campanha organizada pelo Governo Federal está equivocada”, disse o Secretário Municipal do Verde e Meio Ambiente ao descordar da frase: você e a água não podem ficar parados. “Sifões, piscinas, vasos, suporte de plantas, e ralos são os principais focos da doença”, disse Mário César Marques para o espanto de muitos rotarianos. “O objetivo da campanha é acabar com os criadouros”, falou por diversas vezes. “As larvas são os nossos inimigos e não apenas o mosquito fêmea”, comentou ao mostrar fotos, dados estatísticos, depoimentos e mapas sobre o desenvolvimento da doença na cidade. “Se a epidemia não acabar, vai chegar o momento em que não haverá estrutura para atender toda a demanda”, alertou. “Já não está havendo”, completou. A presidente do Rotary Club Marília Pioneiro, Leila Soares Silvado, considerou oportuna a presença do Secretário Municipal do Verde e Meio Ambiente, principalmente por causa das informações precisas que foram apresentadas. O clube rotário promete desenvolver ações neste sentido. Um grupo irá se organizar para a promoção de palestras, distribuição de panfletos, para repassar todas as informações transmitidas na palestra realizada no clube. |
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