Título: Diretoria toma posse para novo triênio
 
Ubaldo Oléa, ex-presidente do Sindicato Rural, entrega a carteira de presidente à Yoshimi Shintaku
 
Em cerimônia realizada na sede do Sindicato Rural de Marília, tomou posse para o triênio 2006-2009, a nova diretoria da entidade que defende a classe dos proprietários rurais mariliense. Com a presidência do granjeiro Yoshimi Shintaku, diretores e familiares estiveram reunidos na sede da entidade para assinarem os documentos de posse, receberem a carteira de identificação, e se confraternizarem com os familiares. “Foi um encontro importante pois temos algumas pessoas novas nesta nova diretoria”, disse o presidente empossado pela sexta vez na presidência da diretoria executiva. “Enquanto eu contar com o apoio de todos, e trabalharmos em conjunto, estarei sempre à disposição do sindicato”, disse o dirigente ao agradecer a presença de todos.

Juntamente com Yoshimi Shintaku tomaram posse nesta cerimônia os demais proprietários rurais em seus respectivos cargos: DIRETORIA EFETIVA – Hilário Tozoni e Fernando Botelho Villela Neto; SUPLENTES – Ubaldo Oléa, Carlos Alberto Vendramini e Salvador Bassalobre; CONSELHO FISCAL EFETIVO – Carlos Alexandre Vendramini, Ailton de Oliveira e Hermínio Vieira da Costa. SUPLENTES – Carlos Roberto Albertoni, Maurício Golinelli Júnior e Toshio Shinohara. DELEGADOS REPRESENTANTES EFETIVOS – Yoshimi Shintaku e Valnir Bellucci.
SUPLENTES – Tetsuo Muta e Antônio Franco do Nascimento Filho. Deste grupo, somente Valnir Bellucci e Tetsuo Muta são novatos. Os demais já faziam parte da diretoria anterior. “É um grupo coeso, participativo e que conhecem bem a política sindical agrícola”, comentou Yoshimi Shintaku.

Esta é a sexta gestão sob o comando de Yoshimi Shintaku que assumiu a diretoria da entidade em 1986, para completar a gestão do então presidente, Altino Vendramini. Em 1997 o agropecuarista Fernando Botelho Villela Neto foi presidente até 2000, quando Yoshimi Shintaku retornou ao cargo até esta temporada. Como presidente, Yoshimi Shintaku está no cargo há 17 anos até o término desta gestão, sendo 11 anos (1986 a 1997) e mais seis anos de 2000 a 2006. “Acredito que meu ciclo no sindicato já tenha extrapolado”, falou sorrindo. “Mas não consigo me negar a continuar a pedidos dos sócios e dos meus companheiros”, falou ao admitir a necessidade de novos diretores e de proprietários rurais mais jovens. “A dificuldade é grande em encontrar jovens que se interessem pela agricultura e as causas da classe”, admitiu.