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| O presidente da Associação Comercial e Industrial de Marília (Acim), Sérgio Lopes Sobrinho, está alertando os comerciantes associados da entidade, quanto à cobrança ilegal de uma entidade fantasma denominada de Assessoria Comercial do Estado de São Paulo (Ascesp), que emite cobrança bancária aleatória para comerciantes da cidade, sem qualquer tipo de explicação sobre o documento. “O texto que escrevem ali não tem fundamento algum”, disse o dirigente que vem recebendo inúmeras queixas neste sentido, pois se trata de um golpe comum e que vem ocorrendo há anos. “Temos inúmeros casos de vítimas que perderam dinheiro por pura desatenção”, falou. Segundo o dirigente a cobrança vem em nome da empresa, com um valor qualquer, para ser pago numa data próxima ao recebido. Consta no documento uma explicação de que a cobrança se refere a entrega das portarias de orientação e defesa do consumidor, conforme lei estadual 2831 de 12 de maio de 1981. “O texto diz ainda que é preciso fixar o documento que será enviado, após o pagamento da cobrança, de forma obrigatória”, frisou o dirigente ao alertar para associação ao fato de que esta entidade fantasma chamada de Ascesp, não tem nenhuma relação com o Procon ou qualquer outro órgão de defesa do consumidor. Além disso Sérgio Lopes Sobrinho afirma que o CNPJ da Ascesp e o número de telefone que consta no documento, também são duvidosos. “É só tentar falar nesse telefone que está escrito no documento”, desafiou ao tentar por inúmeras vezes para pedir esclarecimentos. “A orientação da Acim é para que as pessoas ignorem essa cobrança e não efetue qualquer pagamento que desconhecerem”, alertou. “Qualquer dúvida, procure o departamento jurídico da Acim, que saberá orientar e informar sobre essa questão”, avisou. O presidente da Acim pede para que todos os comerciantes fiquem atentos no momento de efetuar o pagamento de uma cobrança. Sérgio Lopes Sobrinho alerta para que toda cobrança recebida seja conferida com posse de um contrato. Não havendo qualquer documento que registre o acordo comercial, não deve ser efetuada qualquer cobrança suspeita. “Ao contratar um serviço ou comprar um bem, é preciso que exista um documento neste sentido”, comentou o dirigente. “Havendo, a cobrança deve ser efetuada. Não havendo o comerciante deve se informar e não fazer nada sob pressão”, explicou ao ressaltar que a idéia dos golpistas é aproveitar a desatenção do comerciante. Constantemente a Acim vem alertando os comerciantes para este tipo de golpe pois além de Ascesp, existem outros nomes como: Associação Comercial do Estado de São Paulo, Associação Nacional da Indústria e do Comércio, Associação Nacional do Comércio, Assessoria do Comércio e Indústria do Brasil, entre outras, que não são reconhecidas e que normalmente são empresas envolvidas neste tipo de golpe. “Quando aparecer coisas do gênero, na dúvida ligue para a Acim”, resumiu. “Do contrário, ignorem e não se preocupem”, acrescentou. |
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