Título: Diretoria assina acordo do dissídio coletivo
 
Yoshimi Shintaku disse que ficou definido piso salarial de R$ 325,00
 
Deve ser assinado até o fim desta semana na sede do Sindicato Rural de Marília acordo que definiu dissídio coletivo para trabalhadores rurais. A assinatura do acordo terá participação de dirigentes do Sindicato Rural e do Sindicato dos Trabalhadores Rurais. O presidente do Sindicato Rural, Yoshimi Shintaku, disse que ficou definido piso salarial de R$ 325,00 para categoria que passa a vigorar a partir de 1o de outubro, ou seja, os salários pagos em novembro terão valores reajustados e tem validade por um ano.

De acordo com o presidente, foi definido ainda que trabalhadores que ganham até dois salários-mínimos, ou seja, R$ 600,00 terão reajuste de 5% e para os demais valores o reajuste será de 3%. Yoshimi Shintaku explicou que outras cláusulas sociais foram mantidas. “Realizamos dois encontros com os dirigentes dos dois sindicatos e no dia 13 deste mês chegamos a uma definição dos valores”, comentou.

O acordo sobre dissídio coletivo tem sido tratado no Sindicato Rural desde setembro quando foi realizada Assembléia Geral. “Neste primeiro momento, tivemos oportunidade de apreciar e deliberar o pedido de reajustamento salarial da categoria profissional da agricultura”, disse. Na assembléia geral também foram tratadas outras reivindicações de natureza econômica e social, propostas pelo Sindicato dos Trabalhadores e Empregados Rurais de Marília.

AFTOSA - Os novos focos de febre aftosa fizeram o Governo de São Paulo adiar a liberação da carne desossada e maturada vindas do Mato Grosso do Sul, conforme previa o acordo anunciado durante o encontro de secretários estaduais na semana passada em Brasília. Por isso, a carne do Mato Grosso do Sul continua proibida em São Paulo, conforme a resolução 31, da Secretaria Estadual da Agricultura, que barra a entrada de animais vivos e subprodutos provenientes do Mato Grosso do Sul.