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| O Brasil conclui a primeira das duas etapas de vacinação contra febre aftosa. A expectativa é de que tenham sido comercializadas 163 milhões de doses, praticamente o mesmo número do ano passado, quando foram vendidas 160 milhões de doses e 91% do rebanho nacional foi imunizado. Sebastião Guedes, consultor do Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Saúde Animal (Sindan) disse que os números ficaram um pouco abaixo do esperado porque o Pará atrasou a vacinação. No estado, a vacinação começa só no segundo semestre porque o Pará pleiteia à Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) o reconhecimento do sul do estado como área livre com vacinação. Para isso, precisa deixar o gado sem imunização, caso contrário o vírus atenuado da vacina poderia dar positivo nos testes de sorologia realizados. Yoshimi Shintaku, presidente do Sindicato Rural de Marília, disse que as informações divulgadas mostram que em maio de 2004 o estado do Pará comprou 5,5 milhões de doses de vacina. Já neste ano, a comercialização ficou apenas em 1,16 milhão. “O Pará é um importante estado e deve retomar o ritmo normal de vendas a partir do segundo semestre”, explicou o consultor do Sindan. Os dados apresentados mostram que o resultado da primeira etapa da vacinação no Brasil foi considerado positivo, com avanços principalmente no Nordeste. BRUCELOSE - Pecuaristas têm até dia 30 de junho para imunizar os rebanhos contra a brucelose e até sete dias depois para notificar a defesa agropecuária quanto ao cumprimento do procedimento. A campanha de vacinação foi lançada pela Secretaria de Estado da Agricultura e Abastecimento. Porém, nas últimas edições, o índice de cobertura no Estado foi baixo. A dose é única e todas as fêmeas bovinas e bubalinas com idades entre três a oito meses devem ser imunizadas contra a doença, que pode ser transmitida ao homem. A campanha é realizada em junho e dezembro. |
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