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| O sistema de lixo seletivo desenvolvido pela Secretaria Municipal do Verde e Meio Ambiente, da cidade de Marília, está sendo adotado nas ruas centrais onde o comércio é mais concentrado. O quarteirão modelo da Associação Comercial e Industrial de Marília (Acim), na rua São Luiz, entre as ruas Dom Pedro e Coronel Galdino de Almeida, já conta com uma das lixeiras apropriadas. “A idéia é fazer com que a população comece a observar que é preciso selecionar o lixo”, disse Sérgio Lopes Sobrinho, presidente da Acim, ao apoiar o projeto em desenvolvimento pelo Poder Público Municipal. A idéia inicial da Acim era fazer com que houvesse locais apropriados para que a população, de uma maneira geral, pudesse selecionar o lixo dividido entre: papel, plástico, metal, vidro e orgânico. No entanto, ao se reunir com o pessoal especializado e técnicos da Secretaria Municipal do Verde e Meio Ambiente de Marília, ficou decidido que num primeiro momento serão disponibilizado dois recipientes para o lixo reciclável e não reciclável. “De qualquer forma haverá a necessidade de fazer a separação do lixo, depois do recolhimento do que está na lixeira”, frisou Sérgio Lopes Sobrinho ao considerar válida a iniciativa de se organizar este setor no comércio local. Segundo o presidente da Acim o projeto visa oferecer condição para a comunidade mariliense em se conscientizar com a importância da limpeza nas vias públicas. Para o dirigente da entidade classista, ao demonstrar uma preocupação neste sentido, a imagem do comércio mariliense será mais positiva. “O consumidor, com certeza terá a preferência onde o comércio for limpo e organizado”, disse Sérgio Lopes Sobrinho ao admitir que as instalações das lixeiras seletivas ainda estão evoluindo para uma melhor acomodação. “Ainda não temos um modelo específico, mas estamos próximo do ideal”, falou ao acreditar na necessidade de uma adaptação ao novo sistema. Sérgio Lopes Sobrinho é da opinião de que a iniciativa deve ser apresentada e com o tempo ser revista de forma a evoluir. “Dentro de alguns meses saberemos se é preciso de mais lixeiras ou se o local para o lixo reciclável deve ser maior do que o não reciclável”, explicou. “Além disso, estamos estudando meticulosamente os locais onde serão instaladas”, acrescentou ao propor lixeiras seletivas que não ocupem muito espaço na calçada, em razão do espaço para o pedestre ser bem limitado. “Tenho certeza que na construção do calçadão e no alargamento das calçadas, as lixeiras seletivas serão mais adequadas”, acredita o presidente da Acim. |
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