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| O presidente da Associação Comercial e Industrial de Marília (Acim), Sérgio Lopes Sobrinho, teve a oportunidade de se manifestar positivamente quanto à instalação da Faculdade de Tecnologia (Fatec) em Marília, quando a Diretora do Centro Paula Souza, Laura Laganá, foi recepcionada no auditório da Prefeitura de Marília, ao chegar na cidade para um dia de visitas sobre a instalação da Fatec no município. “Esta faculdade trará uma educação especializada, um profissionalismo mais acentuado, além de uma qualificação aos jovens que terão maior oportunidade de emprego”, falou o dirigente. “Tudo isso é sinal de desenvolvimento”, acrescentou. Para o presidente da Acim a Fatec em Marília será uma oportunidade de transformação no ensino profissionalizante. “Serão cursos de dois a três anos, em que será possível dar mais oportunidade de emprego a jovens que sairão especializados em uma atividade industrial”, disse Sérgio Lopes Sobrinho que fez questão de cumprimentar a diretora do Centro Paula Souza, Laura Laganá, que esteve na cidade conhecendo alguns prédios disponíveis para a instalação da faculdade em Marília. Segundo Sérgio Lopes Sobrinho o setor empreendedor da cidade será o principal agente para a instalação da Fatec em Marília. “O Poder Público Municipal e Estadual estão fazendo a parte deles”, disse. “O próximo passo será o envolvimento do setor empresarial para viabilizar o processo de instalação”, comentou ao conversar com Laura Laganá sobre o assunto. “Sem o envolvimento do empresário não será possível”, disse a diretora que admitiu se surpreender com a recepção e com o interesse dos empresários em ter uma Fatec na cidade. “Esse já é um ótimo sinal”, falou ao parabenizar o presidente da Acim. Com a Faculdade de Tecnologia instalada, Sérgio Lopes Sobrinho acredita que o setor industrial mariliense será o maior beneficiado. “Já temos um excelente trabalho desenvolvido pelo Senai e pela Escola Antônio Devizate, neste sentido”, elogiou. “A Fatec irá acrescentar o trabalho de qualificação profissional que só tem a crescer em Marília”, opinou ao lembrar que o setor alimentício é o que mais exporta e para isso requer uma demanda qualificada de mão-de-obra. “Essa é a tendência”, disse. |
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