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| Os comerciantes associados da Associação Comercial e Industrial de Marília (Acim), estarão reunidos sexta-feira, dia 29, às oito horas e trinta minutos, no auditório da entidade, quando definirão os horários de abertura do comércio de Marília para o ano de 2005. De acordo com o Edital de Publicação por parte da Acim, trata-se de uma Assembléia Geral Extraordinária em que o assunto em pauta é unicamente sobre a aprovação do calendário de funcionamento do comércio para o período de janeiro a dezembro de 2005. “A Assembléia é soberana e o que for decidido, todos terão que cumprir”, explicou Sérgio Lopes Sobrinho, presidente da Acim. Segundo o dirigente é de fundamental importância que todos os comerciantes participem da discussão, pois o momento para se encontrar o consenso é a reunião. “Por isso vamos nos reunir e apresentar uma proposta”, explicou o dirigente. “A partir desta proposta vamos adequar o desejo da maioria”, disse ao acreditar na presença de um bom número de pessoas. “O momento para que haja questionamentos, dúvidas, sugestões e propostas é na reunião”, acrescentou o presidente que em todos os meses de outubro nos últimos cinco anos, tem organizado o calendário de abertura do comércio de Marília de forma antecipada. Para Sérgio Lopes Sobrinho o calendário é necessário para que haja tempo suficiente nas negociações entre empregadores e empregados, com relação aos dias e horários compensados durante a temporada. “Com o calendário todos podem se organizar”, falou. “Comerciantes, comerciários e principalmente consumidores que se programam de forma ordenada”, disse ao ter a idéia copiada em diversas cidades da região, que passaram a adotar o calendário de abertura do comércio, também discutido e decidido de forma antecipada. “O sucesso do comércio de Marília se deve ao envolvimento dos comerciantes”, ressaltou. De acordo com o artigo 55 do Estatuto da Acim, não é permitido aos associados serem representados por procurador para se envolverem sobre o assunto em discussão. Segundo Sérgio Lopes Sobrinho os direitos dos sócios são intransferíveis, ou seja, o comerciante proprietário é que tem direito a voto. “Pois trata-se de uma Assembléia Geral Extraordinária, e não uma simples reunião”, comparou ao explicar o funcionamento do encontro, caso haja impasse a ser decidido. “Se houver um questionamento mais contundente, entra em votação e resolve-se pelo desejo da maioria”, comentou. |
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