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| O presidente da Associação Comercial e Industrial de Marília, Sérgio Lopes Sobrinho, esclareceu a uma série de comerciantes marilienses que interpelaram a entidade, no sentido de não aprovarem a fixação de faixas de propaganda política nas ruas centrais da cidade de Marília. Segundo o dirigente essa questão não compete a Acim e sim a Poder Público Municipal. “O que estamos procurando preservar são as torres metálicas instaladas nos principais corredores comerciais”, disse o presidente que também é contra o uso abusivo de qualquer tipo de propaganda nas vias públicas. Com o propósito de não deixar que as torres metálicas sejam utilizadas para qualquer propaganda, uma equipe de operários foi criada para promover a manutenção das torres metálicas no sentido de não deixar que elas sejam utilizadas indiscriminadamente. “Quantos aos postes e placas de sinalização, a Acim não pode mexer”, explicou o dirigente que recebeu inúmeras críticas em razão do abuso e da poluição visual em que se encontra a cidade. “Se não houver uma disciplina neste sentido, poderemos ter problemas em breve”, disse ao lembrar que algumas propagandas estão chegando muito próximos aos fios elétricos e de telefonia, alertou. Recentemente o presidente da Acim esteve reunido com o Juiz Eleitoral da cidade de Marília, Olavo de Oliveira Neto, se orientando quanto o uso das torres metálicas de forma aleatória na campanha política deste ano. Ao ser informado de que não é permitido este tipo de propaganda, o presidente determinou a retirada de todo o material que se encontrava instalado nas torres metálicas, que foram instaladas para uso exclusivo de promoções no comércio de Marília e para sustentação dos enfeites natalinos. “Contratamos uma equipe de profissionais que está de plantão para qualquer irregularidade”, disse. “Mas o que compete a Acim é quanto ás torres metálicas”, acrescentou. “Fora isso não é de nossa competência”, disse. Segundo Sérgio Lopes Sobrinho a tendência, ao se aproximar o dia da eleição, é que os abusos sejam maiores. “Não sei até que ponto esse tipo de propaganda é positiva”, questionou o presidente da Acim. “Se eu for me basear do que vejo e ouço as pessoas dizerem, penso que é negativo”, falou. “Por outro lado, quem não é visto não é lembrado”, falou. “Talvez o ideal é ser visto de uma maneira positiva, para ser lembrado positivamente”, concluiu ao considerar os atuais abusos como negativo para quem faz a propaganda. |
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