Título: Malharia se torna tradicional no ramo em Marília
 
Maria Aparecida Rossato atende com modelos exclusivos o mercado de confecção
 
Com 18 anos de atividade no comércio de Marília, a Malharia Gláucia se tornou tradicional na cidade em razão dos produtos que vende sob medida. Atendendo os clientes com uma infinidade de modelos de variadas marcas, a Malharia Gláucia atende o mercado com modelos exclusivos, o que fez com que a empresa criasse uma tradição no ramo de confecção da cidade. “Desde o começo sempre vendi e fabriquei peças em malha”, disse Maria Aparecida Rossato que durante 15 anos trabalhou como funcionária nos segmentos de confecção e de máquinas de costura. “Depois resolvi abrir a minha própria empresa”, disse ao relembrar como foi o início da empresa que administra.
Tendo experiência de mercado apenas trabalhando em duas grandes lojas de confecções de Marília, a Dismepe Confecções e as Lojas Brasileiras, que já não existem mais, Maria Aparecida Rossato trabalhou muitos anos na antiga Loja Singer, onde vendia máquinas de costura e dava aulas em cursos práticos de costura. “Foi aí que me apaixonei pela costura”, frisou a empresária de 50 anos de idade, nascida em Marília. “Mas foi saindo da Singer que comecei a me virar fazendo as próprias roupas que vendia”, contou.
Em 1981 começou a trabalhar em casa, logo após o nascimento da única filha. “Estava super envolvida com o nascimento de minha filha, por isso trabalhava em casa”, falou ao destacar que o nome da empresa surgiu graças à filha que também se chama Gláucia. “Eram roupas artesanais naquela época”, acrescentou ao abrir a empresa três anos depois e não mais parou de produzir as roupas que vendia.
Atualmente a Malharia Gláucia tem 20 funcionários sendo a maioria voltada para a produção de roupas, numa área própria de 300 metros quadrados onde se divide a fábrica e uma das lojas, já que no centro comercial da cidade existe outra empresa que vende as roupas fabricadas pela própria empresa. “Nossa loja é de varejo e bastante modesta”, disse a empresária que tem em fábricas como Marisol, Malwee, Sulfabril, Lunender e Guararapes como os principais fornecedores de malhas e tecidos. “Fabricamos apenas 20% do que vendemos, o resto são malhas com modelos padronizados”, disse ao lembrar que o forte da empresa é trabalhar com uniformes escolares, modelos exclusivos, creches e empresas privadas.
Na opinião de Maria Aparecida Rossato a empresa está no ápice de sua produção não havendo condição de um planejamento maior. “Temos uma concorrência pulverizada e atendemos exatamente aquilo que o mercado necessita e que outras fábricas não conseguem atender”, explicou ao lembrar dos 10 mil clientes cadastrados adquiridos nos 18 anos de atividade. “Me considero uma loja tradicional em Marília com todo esse tempo no mercado”, finalizou.