Título: Acim estuda elaboração de cartilha e posto fixo
 
A doação de seis rádios transceptores portáteis foi no auditório da Acim
 
A diretoria da Associação Comercial e Industrial de Marília (Acim), está estudando a possibilidade de editar uma cartilha de procedimentos de segurança no comércio, bem como fortalecer a reivindicação da criação de um posto fixo da Polícia Militar no centro comercial da cidade. “São duas situações que vão promover mais segurança para comerciante, comerciário e consumidor”, disse Sérgio Lopes Sobrinho ao entregar ao comando da Polícia Militar de Marília, seis rádios transceptores portáteis, para serem utilizados na ronda específica no centro comercial da cidade, conforme o trabalho em conjunto que vem sendo desenvolvido entre a Acim e a PM.

O investimento promovido pela entidade de classe é em seis rádios transceptores portáteis, da marca Motorola, modelo EP 350, com 16 canais de operação, com cinco watts de potência, operando na faixa de VHS/FM em 136 a 174, com sinalização digital MDC 1200 completo com bateria de alta capacidade de 1,200 malts, com carregador de mesa inteligente, com carga rápida de 110 vac, tendo antena emborrachada do tipo heliflex, juntamente com um suporte para cinto e manual de operação em português. “É o equipamento apropriado para o trabalho de ronda entre os lojistas”, falou Sérgio Lopes Sobrinho.

Na entrega do equipamento o Sargento Maurício, responsável pelo patrulhamento no centro comercial, fez uma apresentação ressaltando pontos a serem observados pelos comerciantes, como forma de não facilitar as ações de marginais. “A informação é a principal arma”, disse o policial militar ao lembrar que toda e qualquer observação feita pelo comerciário deve ser comunicado à Polícia. “Tomar cuidados em provadores de roupas, exposição de calçados e celulares, e nunca deixa a porta da loja aberta pela metade, são algumas delas”, disse o Sargento Maurício, ao lembrar que estas ações são atitudes corriqueiras que facilitam para o bandido.

Outro ponto apresentado pelo policial é quanto a necessidade das lojas colocarem o nome da empresa nas etiquetas, para ajudar na devolução de produtos recuperados. “A Polícia precisa saber o que se passa para poder se preparar”, falou ao sugerir que todo roubo ou furto seja registrado numa Delegacia de Polícia. “Para isso seria importante que houvesse uma delegacia bem próxima ao centro comercial”, comentou Sérgio Lopes Sobrinho ao sugerir a confecção de uma cartilha de procedimentos de segurança a ser distribuída para comerciantes, comerciários e consumidores. “Vamos ensinar como evitar ações de bandido”, ressaltou.