Título: Começa a discussão sobre o Regimento Interno
 
Denise Campos, representante da Secretaria Municipal da Cultura e Turismo, participa do CMC
 
Os conselheiros que fazem parte do Conselho Municipal de Cultura (CMC), da cidade de Marília, estarão discutindo em reunião que será realizada quinta-feira, dia 28, no Estoril Hotel, sobre o Regimento Interno do grupo, que vem se reestruturando para iniciar o trabalho de estudos de viabilização de ações culturais na cidade de Marília. “Depois de discutirmos sobre os detalhes da Lei Municipal que cria o Conselho, agora vamos debater sobre o Regimento Interno”, anunciou Luis Augusto Sândalo Júnior, presidente do CMC local.

Na semana passada os conselheiros concluíram as sugestões que irão propor para a Lei Municipal de número 5195, quando ressaltaram a importância de ações específicas do conselho dentro da busca de uma identidade cultural para a cidade de Marília. “Na verdade é o começo de um trabalho neste sentido”, ressaltou o presidente que insistiu em enfatizar que a função do conselho é ajudar a propor projetos que venham a promover a cultura na cidade. “Nossa missão é auxiliar e assessorar a Secretaria Municipal da Cultura e Turismo”, destacou Luis Augusto Sândalo Júnior.

O Regimento Interno do CMC de Marília foi aprovado através do Decreto Número 8546 de 18 de dezembro de 2002, quando as regras da formação do grupo foram definidas e regulamentadas. A finalidade, constituição e competências, além do formato das reuniões, execução dos trabalhos e demais providências, são todas definidas como forma de organizar o grupo. “Serão poucas as possíveis mudanças que iremos propor”, acredita Luis Augusto Sândalo Júnior ao destacar os pontos de constituição e das competências como alguns dos pontos que serão mais discutidos pelo grupo.

Segundo o presidente é preciso alterar a forma como o grupo será constituído, como forma de adequar à alteração proposta pelo CMC à Lei Municipal que cria o conselho. “Ampliamos a participação das pessoas no CMC, a partir da aprovação das sugestões, de forma espontânea, sem a necessidade de ser um representante de entidade”, explicou o dirigente ao lembrar que o grupo prefere trabalhar com a figura do vice-presidente. “Este cargo não existe na Lei atual, mas os conselheiros querem a figura do vice, como forma de ajudar na representação do grupo”, explicou Luis Augusto Sândalo Júnior.