|
||||||
|
||||||
| O primeiro assunto a ser debatido pela Secretaria Municipal de Planejamento Urbano, dentro da 1ª Conferência das Cidades, que está sendo realizado em centenas de cidades do Brasil, em Marília, o primeiro assunto a ser debatido foi quanto ao trânsito da cidade que necessita de profundas reformulações. “Não existe uma seqüência lógica das ruas de Marília”, afirmou Laerte Rojo Rosseto, coordenador da Conferência e Secretário Municipal de Planejamento Urbano. “As ruas são estreitas e isto causa transtornos sérios para a cidade”, disse ao explicar as diretrizes da conferência e o formato da reunião, que aconteceu no recém inaugurado auditório da Prefeitura. Quase 50 entidades locais estiveram representadas nesta primeira reunião, que durou pouco mais de duas horas e apresentou uma série de sugestões a serem estudadas para implantação no município. Foram apresentadas, também, uma série de observações quanto a situações que necessitam ser melhoradas. “Todos que participaram tiveram oportunidade de apontar deficiências e propostas de melhoria”, explicou Laerte Rojo Rosseto que dividiu as indicações em duas fichas: amarelas para deficiências e azuis para propostas. “Estas fichas são o material bruto para a nossa análise”, comentou. Depois de serem apresentados planos que estão sendo desenvolvidos pela Secretaria da Saúde, Empresa de Desenvolvimento Habitacional e Urbano (Emdurb), Polícia Militar e Corpo de Bombeiros, um amplo debate aconteceu entre as propostas e indicação de problemas no trânsito de Marília. Foram apontados problemas como: sinalização vertical e horizontal deficientes, semáfaros com rodízio de pouco tempo, sonorizador para deficientes, falta de Plano Viário para a cidade, campanhas de trânsito com baixa intensidade, Zona Azul, falta de estacionamentos, além de outros similares. “Muita gente confundiu problemas de trânsito com mobilidade urbana”, ressaltou o coordenador da conferência ao lembrar que este assunto será tratado na terça-feira, ás 8 horas, no auditório do Senac de Marília. Dentre as sugestões, que foram mais apontadas do que as deficiências, estão assuntos como: intensificação de campanhas de educação do trânsito, projetos em parceria com a iniciativa privada, radares, lombadas eletrônicas, participação de deficientes em assuntos voltados à eles, despoluição visual em alguns cruzamentos, bolsão de estacionamentos na área da Ferroban, utilização da Praça Athos Fragata como laboratório de sistema viário, além de outras que foram registradas para a elaboração de um documento próprio para estudos de viabilização por parte da Secretaria Municipal de Planejamento Urbano. Segundo Laerte Rojo Rosseto, a reunião teve um saldo positivo, pois houve a participação de diversos segmentos da comunidade, que ajudaram na criação de um documento próprio sobre o tema proposto. “Só o fato das pessoas se envolverem com as causas da cidade, já foi um ponto favorável para a realização das câmaras de discussão para a Conferência de Marília que será realizada dia 27”, disse o secretário ao resumir o encontro. |
||||||