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| A presidente da Associação Comercial e Empresarial (ACE) de Pompeia, Marineves da Silva Barros Souza, considerou preocupante a marca atingida na última sexta-feira, quando o “Impostômetro” da Associação Comercial de São Paulo atingiu a marca de R$ 300 bilhões na última sexta-feira, dia 19, às 20h55. O montante corresponde ao total de impostos, taxas e contribuições pagos pelos brasileiros desde o começo do ano. “Passa a preocupar pelo valor e pela forma alcançada”, comentou a presidente da associação comercial pompeense ao lembrar que em 2015 esse valor foi registrado também em 19 de fevereiro. “Infelizmente o valor pago não corresponde a qualidade do serviço público oferecido para a população”, criticou. Para a dirigente da ACE de Pompeia o fato da arrecadação estar crescendo menos evidencia a necessidade urgente do governo começar a controlar os próprios gastos. “Já passou da hora do Governo equilibrar as contas”, afirmou Marineves da Silva Barros Souza ao destacar que o governo insiste em aumentar impostos, mas não se empenha em reduzir gastos. “Essa falta de compromisso com o controle fiscal, inclusive, motivou mais um rebaixamento da nota de risco do País”, lembrou a presidente que faz coro aos demais dirigentes e empresários brasileiros, mostrando ser imprescindível que se abandonem iniciativas de elevação tributária, o que só aprofundaria a recessão, comentou. “É preciso racionalizar os gastos e realizar as reformas”, diz a representante da associação comercial ao complementar: “Aumentar impostos num momento de retração simplesmente não é o melhor caminho”. Outro ponto que a presidente da associação comercial local ressalta é quanto a queda de 4,08% do PIB nacional, que segundo estimativa divulgada pelo Banco Central, mostra que a sociedade continua pagando muito imposto. “Isso desestimula o empresariado que passa a ter muita obrigação e pouca rentabilidade”, fala ao sentir na própria loja que administra, os compromissos tributários, fiscais, trabalhistas e previdenciários somente crescerem. “A marca de R$ 300 bilhões foi atingida no mesmo dia que no ano passado, mas sobre um PIB menor, ou seja, sobre um nível de atividade menor”, comparou a dirigente, ao traduzir em outras palavras, o que significa dizer que o brasileiro está gerando menos riquezas, mas pagando os mesmos impostos de antes. “E o governo ainda quer mais”, reclamou. Esses R$ 300 bilhões já ultrapassados podem ser comparados da seguinte forma: o valor dá para fornecer mais de 2.174.650.995 bolsas família; Contratar mais de 22.822.424 professores do ensino fundamental por ano; Comprar mais de 11.275.968 carros populares; Construir mais de 1.057.122 postos de saúde equipados; Adquirir mais de 276.773.763 geladeiras simples; Pagar 20.329 meses a conta de luz de todos os brasileiros; Construir mais de 264.740 km asfaltado de estradas; Plantar 60.890.227.857 de árvores; Construir mais de 8.698.604 casas populares de 40 m2; A arrecadação de tributos corresponde a 253.709.283 Notebooks; Construir mais de 3.309.252 km de redes de esgoto; Comprar mais de 3.782.002 ambulâncias equipadas; Construir mais de 22.061.677 salas de aula equipadas ou construir mais de 6.342.732 postos policiais equipados. “É muito dinheiro que nem fazemos ideia do que se trata”, lamentou. # Eficaz Comunicação Empresarial Ltda – ME Telefone:(14) 98137.7189 (Vivo) E-mails: redacao@eficaz.jor.br ou atendimento@eficaz.jor.br Site: www.eficaz.jor.br - Twitter: marciocmedeiros Skype: marciomedeiros8020 www.facebook.com/EficazComunicacaoEmpresarial |
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