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| Os rotarianos que fazem parte do Rotary Club de Marília-Pioneiro, no Distrito 4510 do Rotary International, na região centro oeste do interior do Estado de São Paulo, promoveram na última reunião ordinária, um debate sobre a necessidade a partir do ano que vem, de exames toxicológicos para a renovação da Carteira Nacional de Habilitação (CNH), nas categorias C, D e E. “Esta atividade faz parte das ações da subcomissão do “Programa Paz no Trânsito”, desenvolvida pelo clube há mais de 4 anos”, disse a presidente rotária de Marília, a socióloga Sandra Paula Daura, ao convidar a biomédica, Christiane dos Santos Rodrigues Evangelista, para uma exposição sobre o assunto. De acordo com a diretora de ensino, Silvia Helena Dias de Oliveira, coordenadora da subcomissão do “Programa Paz no Trânsito”, do clube rotário mariliense, o assunto é oportuno em virtude de que os motoristas profissionais a partir do próximo ano serão obrigados a realizarem este tipo de exame toxicológico para a validação da carteira de habilitação. “Sem dúvida isso irá inibir os abusos com uma série de entorpecentes, drogas e remédios, hoje utilizados de forma descontrolada”, disse a rotariana ao promover o encontro na reunião ordinária do Rotary Club de Marília-Pioneiro, nas dependências do Quality Hotel Sun Valley. “Os profissionais do volante terão que tomar mais cuidado ao dirigirem pelas estradas, sem serem considerados uma ameaça a sociedade, no exagero do cumprimento de horários de trabalho”, disse ao lembrar que muitos motoristas profissionais utilizam de meios indiretos para se manterem acordados e conseguirem cumprir os horários na entrega de mercadorias. De acordo com a biomédica, Christiane dos Santos Rodrigues Evangelista, o governo publicou no “Diário Oficial da União” de 17 de abril de 2015, decreto da presidente Dilma Rousseff que regulamenta a Lei dos Caminhoneiros, sancionada no início de março. As novas regras passam a valer em todas as rodovias do país a partir do dia três de Março de 2016. Na lei o inciso 6º diz que serão exigidos exames toxicológicos, previamente à admissão e por ocasião do desligamento, quando se tratar de motorista profissional, envolvendo motoristas de transporte rodoviário coletivo de passageiros e de cargas. “Eles serão submetidos a exames toxicológicos com janela de detecção mínima de 90 dias, além de participarem do programa de controle de uso de droga e de bebida alcoólica, instituído pelo empregador, pelo menos uma vez a cada dois anos e seis meses”, explicou a especialista que esteve acompanhada de Cláudio Ariane Sodré, proprietário do Laboratório Sodré e presidente da Comissão de Toxicologia do Conselho de Biomedicina e de Christiane dos Santos Rodrigues Evangelista, especialista em hemoterapia e hematologia com ênfase em biologia molecular. Durante a exposição que fez, a biomédica mostrou as vantagens do teste através da queratina em relação ao teste de urina. “A diferença entre as análises de amostras de urina e cabelo está na finalidade da análise e isso é determinado devido as diferentes janelas de detecção entre as duas”, disse. “A urina detecta um uso recente da droga ou medicamento (em dias)”, comparou. “No caso da urina, usuários de drogas podem facilmente parar de usar drogas por 2 ou 3 dias antes do teste e o resultado será negativo”, falou. “O cabelo vai determinar se a pessoa usou droga ou medicamentos nos últimos meses”, frisou a diferença. “Em geral, o teste em cabelo é feito em um segmento cobrindo 3 meses, sendo que o fio de cabelo é de uma metodologia de 2 a 5 vezes mais sensível que a urina, devido sua janela de detecção”, disse. “No caso do cabelo, eles teria, que se abster por 3 meses para que este seja negativado, o que torna mais difícil ao usuário”, explicou ao ser favorável a lei. # Eficaz Comunicação Empresarial Ltda – ME Telefone:(14) 98137.7189 (Vivo) E-mails: redacao@eficaz.jor.br ou atendimento@eficaz.jor.br Site: www.eficaz.jor.br - Twitter: marciocmedeiros Skype: marciomedeiros8020 www.facebook.com/EficazComunicacaoEmpresarial |
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