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| O presidente da Associação Comercial e Industrial de Marília (Acim), Libânio Victor Nunes de Oliveira, está alertando aos associados da entidade e comerciantes em geral, para que tomem muito cuidado quanto as correspondências eletrônicas recebidas de pessoas desconhecidas, principalmente com anexo sobre transações financeiras. “São através dessas mensagens e abrindo os anexos, que um tipo de vírus se instala no computador e utiliza as informações bancárias para um golpe que vem crescendo na cidade”, alertou o dirigente ao receber associados que reclamam de terem pago cobranças bancárias recebidas, porém, o dinheiro foi transferido para golpistas. O fato tem acontecido da seguinte forma. O bandido encaminha uma mensagem eletrônica para a vítima, na esperança que ele abra o anexo por curiosidade, e nesse momento o vírus entra na máquina e fica “adormecido”. Em seguida o bandido (através do vírus) intercepta uma cobrança bancária da vítima, que ao pedir a segunda via eletronicamente, o vírus “se desperta”, e faz a alteração no documento, ou seja, utiliza os dados pessoais da vítima, na confecção de uma cobrança bancária falsa, cujo o destinatário do dinheiro é o golpista. “A cobrança bancária é clonada no momento em que a vítima faz o pedido da segunda via”, ressaltou Libânio Victor Nunes de Oliveira com os documentos em mãos. No caso denunciado na Acim o associado tinha um débito com a associação comercial, e ao emitir a segunda via eletronicamente, o vírus instalado no computador do associado forneceu os dados pessoais na cobrança bancária e adulterou o destinatário do crédito, transferindo para o bandido o valor cobrado. “Na cobrança bancária aparece a logomarca de um banco, sendo o número de outro e com os números do código de barras para o bandido”, explicou. “A vítima só percebe quando se dá conta da inadimplência”, comentou. “Do contrário não se percebe”, disse ao mostrar a cobrança bancária clonada. O presidente da Acim alerta para que os comerciantes observem sempre se nas cobranças bancárias constam o número da agência bancária e o código do cedente, além do número do documento e o histórico que explica do que se trata. “Normalmente essas informações não aparecem na cobrança clonada”, disse. “Mas um caixa de banco, por exemplo, pode perceber a diferença entre o código do banco e a logomarca existente na cobrança bancária serem diferentes”, argumentou ao acreditar que o bancário está acostumado com esse tipo de documento. “Ao imprimir a segunda via, deve-se conferir o que foi impresso em todos os campos disponíveis”, ensinou ao sugerir o débito automático que está livre do risco de fraudes. “Todo cuidado é pouco, e ao solicitar a segunda via da cobrança pela internet, deve-se conferir todos os campos, dados e informações no documento”, explicou ao lembrar de nunca abrir anexos de pessoas desconhecidas e nem de mensagens de cobrança, recibos de transferência de dinheiro, propostas de orçamento ou anexos duvidosos. # Eficaz Comunicação Empresarial Ltda – ME Telefone:(14) 98137.7189 (Vivo) E-mails: redacao@eficaz.jor.br ou atendimento@eficaz.jor.br Site: www.eficaz.jor.br - Twitter: marciocmedeiros Skype: marciomedeiros8020 www.facebook.com/EficazComunicacaoEmpresarial |
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