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| Um sistema pioneiro entre os hospitais do interior paulista foi desenvolvido na Associação Beneficência Hospital Universitário (ABHU) de Marília que aperfeiçoou o Sistema de Interação Medicamentosa, que consiste em comparar um medicamento ao outro para que não haja ineficácia entre os produtos num tratamento hospitalar. “Desde 2011 utilizamos este sistema em todas as prescrições médica dentro do hospital”, comentou Márcia Mesquita Serva Reis, superintendente da ABHU de Marília, que considera importante este tipo de comparação entre medicamentos. “Muitas vezes um remédio misturado ao outro pode não surtir o efeito desejado na recuperação do paciente”, argumentou a dirigente hospitalar que está perfeiçoando o sistema que já é admirado por outros hospitais. “Normalmente as pessoas perguntam como fazemos e ao verem o sistema funcionando, se encantam”, falou. De acordo com a farmacêutica responsável pela ABHU de Marília, Tânia Y.K. Shirayshi, este sistema está interligado em todos os locais de internação e o médico responsável faz toda a medicação do paciente através de um computador, dentro de uma planilha que além de acompanhar os medicamentos relacionados, faz os comparativos alertando o médico de quando existe a incompatibilidade entre um medicamento ao outro. “Existem três níveis”, explicou a farmacêutica responsável. “Leve, moderado e severo”, comentou a especialista. “Quando isso acontece, o próprio sistema faz o alerta, apresenta os motivos da incompatibilidade das substâncias e sugere alternativa”, explicou Tânia Y.K. Shirayshi que desconhece existência de sistema semelhante em qualquer outro hospital na região. “Foi criado aqui e desenvolvido por nós”, falou ao elogiar o sistema que já está sendo utilizado em algumas clínicas da cidade, mas não em outro hospital. Visando um aperfeiçoamento na ferramenta de trabalho do hospital, segundo, a farmacêutica responsável na ABHU de Marília, em breve será possível fazer o comparativo entre medicamentos e alimentos. “Estamos em discussão sobre como fazer isso, mas em breve iniciaremos os testes, ou seja, os alimentos serão comparados com os medicamentos, e havendo incompatibilidade, o alimento ou o medicamento será trocado para que o tratamento seja eficaz”, disse ao admitir que um medicamento associado a um alimento pode perder a eficácia. “Já temos uma relação de 10 medicamentos potencialmente perigosos que está numa lista de alerta”, avisou ao afirmar que muitos erros em hospitais e clínicas estão na prescrição de receitas médicas. “O médico prescreve, o enfermeiro prepara, e ambos podem não saber da incompatibilidade dos medicamentos”, reconheceu ao destacar que o sistema utilizado na ABHU é com senha para cada médico, sendo fácil o monitoramento. FARMÁCIA CLÍNICA – Já foi elaborado um projeto a ser desenvolvido na ABHU de Marília com a criação da farmácia clínica, ou seja, o farmacêutico passará a entrevistar os clientes no sentido de elaborar um histórico quanto aos medicamentos utilizados pelo paciente para que não sejam incompatibilizados com os que serão utilizados no tratamento médico a ser realizado. “Além disso, será possível elaborar um histórico familiar, comportamentos e sobre a alimentação que ajudará muito na eficácia do tratamento”, comentou Tânia Y.K. Shirayshi que está finalizando o projeto a ser apresentado para a diretoria da ABHU de Marília. # Eficaz Comunicação Empresarial Ltda – ME Telefone:(14) 98137.7189 (Vivo) E-mails: redacao@eficaz.jor.br ou atendimento@eficaz.jor.br Site: www.eficaz.jor.br - Twitter: marciocmedeiros Skype: marciomedeiros8020 www.facebook.com/EficazComunicacaoEmpresarial |
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