Título: Acim promove manifestação contra a carga tributária
 
O feirão do imposto foi promovido, mais uma vez, na sede da Acim, mostrando a elevada carga tributária
 
A diretoria da Associação Comercial e Industrial de Marília (Acim), promoveu na manhã de ontem uma manifestação contra a elevada carga tributária em produtos e serviços. Aproveitando a marca atingida de R$ 1 trilhão assinalada no placar eletrônico “impostômetro”, criado pela Associação Comercial de São Paulo, com apoio da Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo (Facesp). “Este placar força as pessoas a refletirem sobre o quanto de imposto está inserido em produtos e serviços”, disse o presidente da Acim, Libânio Victor Nunes de Oliveira que reuniu associados, diretores, convidados e funcionários para a demonstração prática e expositiva. “Nosso movimento visa mostrar a carga tributária em diversos produtos e ainda demonstrar quanto que o setor empresarial recolhe de imposto para o Governo”, disse o dirigente mariliense.

No movimento promovido pela Acim foram expostos diversos produtos encontrados normalmente em supermercados e lojas, em que cada material mostrava numa etiqueta o quanto de imposto é incluído nos produtos como: shampoo com 44,2% de tributo, creme dental com 34,6% de tributo; sabão em pó 40,8% de tributo; açúcar com 32,3% de tributo, óleo de cozinhar 26% de tributo; achocolatados 38% de tributo; refrigerante em lata com 46%,4% de tributo; cerveja com 55,6% de tributo; cachaça com 81,8% de tributo; conta de água com 24% de tributação; conta de luz com 48% de tributação; brinquedos com 39,7% de tributo; Aparelho de DVD com 50,3% de tributo; caneta com 47,4% de tributação entre outros utensílios. “O pessoal não faz ideia de quanto existe em cada produto de imposto, e normalmente acha que o empresário que está super valorizando a mercadoria”, comentou ao expor dezenas de produtos.

Para Libânio Victor Nunes de Oliveira se esse valor arrecado, quase que na metade do ano, seria possível investimentos mais específicos nas áreas de saúde, segurança e educação. “O problema não é pagar imposto e sim verificar que a prestação de serviço do Estado não é dos melhores”, lamentou o dirigente que defende um movimento mais amplo quanto a carga tributária. “Enquanto não houve uma avaliação mais justa neste sentido, continuaremos com o desequilíbrio econômico e empresarial”, opinou o presidente da Acim, que, diante da rapidez da arrecadação em menos de três anos o Governo arrecadará mais de R$ 2 trilhões num ano. “Continuando assim, em dezembro já terá atingido R$ 1,5 trilhão de arrecadação de impostos”, acredita o dirigente que acompanhou a marca de R$ 1 trilhão atingida por volta das 12h20.

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